YAY!

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Um mês e resmas de acontecimentos depois, voltei meus amores. Sim é verdade, a vossa vida agora vai voltar a ganhar um novo alento, vão ver o mundo muito mais colorido, a crise vai se embora e a água do mar parece muito mais quente (tenho pena dos que ainda não puderam presenciar a água do mar este ano).

Tenho tantas coisas para vos contar  que não sei por onde começar. Se calhar, começamos pelo mais óbvio: IST! Quão afável é este tema? Se lerem o histórico de posts dos últimos, vá, 12 meses, vão se aperceber que as vezes que eu falo desta pequena bodeguita, deste ente tão chegado a mim, são de facto assustadoras (watch out, pessoas que tencionam entrar em LEIC!). Pois é, o primeiro ano está oficialmente selado desde o passado dia 16 de Julho – lá vão vocês pensar “Eh que calão da pior espécie, há quase um mês de férias e ainda não nos tinha escrito – e desde esse dia que não ponho os coutos na Alameda, que não pego num singular papel que tenha o nome Instituto Superior Técnico inerente a ele. Quanto a notas…pois…são menos-boas-do-que-secalhar-eu-poderia-esperar-no-inicio-do-semestre (ou então simplesmente: foram más). O próximo semestre sim é que vai ser diferente (aliás, não pode ser igual ou pior porque senão creio que terei de subir ao Cristo Rei e clamar pelas vozes enquanto caio), o primeiro capítulo está escrito e teve tanto de bom (muito bom! exponencialmente bom! fenomenalmente bom!), como teve de mau (horrível! de quase fazer chorar!) e serviu para principalmente crescer muito mesmo, alargar a mente, abrir as portas a novas experiências,  mudar a mentalidade. Venha agora o segundo ano, com algumas cadeiras penduradas de primeiro ano, venha a semana de praxes, venham os projectos, venham os exames, venha a RNL, venham as tardes passadas nela, venha a semana académica de Lisboa, venha o trajar de novo!! Mas agora, por favor, estou de férias…o assunto IST termina depois desta foto.

Outro tópico grande realmente são as férias. Só de pensar que há um ano, precisamente hoje, dia 4 de Agosto, estava em Paris…

Em compensação de no ano passado ter ido duas vezes a Paris, este ano fico na Costa da Caparica. Não é brutal?

Gostava de só fazer um último apontamento para o final do ano, para a maravilhastica jornada de concertos.

U2 – Gogol Bordello – MGMT – 30 Seconds To Mars – Arcade Fire

Susana como é, U2? Bem que podiam chover agora dois bilhetes! Já fiz isso para o Alive, bem que podia acontecer para os U2. Para o resto, obviamente preciso de financiamento, patriarcal ou não, dado que estou a juntar dinheiro para ver se acabo a carta de condução (ando há dois ’25 de Dezembro’ a dizer que é no próximo ano que já conduzo a família para a consoada).

Quero ver se ponho a escrita em dia. Podem reparar que a minha escrita está articulada demais, nota-se falta de elitismo e poder. Estou feito um preguiçoso da pior espécie, diacho!

Miss You.

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Um ano. Passou um ano e isso não me agrada nada, de todo. É tempo a mais e eu não gosto de sentir o que estou a sentir: apetece-me largar tudo e voltar atrás no tempo, não mudava nada, repetia.

Sinto a falta da adrenalina de andar pela primeira vez de montanha russa a sério, sinto falta de andar sozinho em Paris convosco, sinto falta do nosso nível de parvoíce acima da média…sinto falta de nós e da nossa amizade. Mudou tanta coisa num ano (que, a meu ver, nem um ano foi. Não pode ter sido), afastá-mo-nos, mal falamos, mas as memórias persistem. Acho que precisamos todos de uma “Friendship Rehab Trip”.

À parte disso, saudades, muitas saudades, talvez saudades a mais.

“We will always have Paris”

Smile.

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Porque há sorrisos que marcam mais que um dia, marcam uma vida e a minha vida foi marcada por todos estes sorrisos.

Remember…

We will always have Paris.

O baloiço anual

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Não tenho estado muito activo no blog nos últimos tempos, ao contrário de há um ano atrás, em que Dezembro foi o mês com mais posts de sempre (média de um por dia). Um ano depois mal venho cá escrever, já viram como as coisas se voltam?! Ainda assim, cumpre-se a rotina de final de ano de toda a gente, mesmo os não-bloguistas que preferem fazê-lo em família ou em jeito de introspecção. Ora então a minha gira assim…

2009 foi um ano diferente, foi um ano de GRANDES GRANDES ENORMES GIGANTES mudanças; com isto não digo que mudei de aposentos, nem mudei de carro porque não o tenho. Começando pelo início do ano, com Janeiro veio o início do segundo período do meu décimo segundo ano, o ano fatal, o ano do tudo ou nada, o ano em que eu mudava de escola, de ensino, mudava de companheiros de turma pela quarta vez consecutiva (mudar no 10º, 11º, 12º e faculdade é muita gente junta). Faltavam dois períodos inteiros e tinhamos que os aproveitar à grande; e foi isso que fizemos. Tinhamos acabado de marcar a nossa viagem de Finalistas (omg, prevejo um post altamente nostálgico para mim) e dali para a frente era arranjar dinheiro por conta própria; tinhamos até março para pagar e esse mês estava tão longe de chegar! Em relação à escola mesmo, em Janeiro tivemos o dia da Família, organizado pelo grupo de EF, Fevereiro foi marcado pelas férias do Carnaval e pela saída, também ela feita com as estagiárias de EF. Para dizer verdade, até sinto saudades delas (quem não teria?! eheh :P )! Chegáva então Março e eu juro que andava a contar os dias todos até ser final do mês, para poder acabar o período e nos metermos dentro do avião e irmos directamente para Paris! Se eu podia ter pedido melhor semana?! Não, completamente não! Aliás, ainda hoje se me falarem no nome Paris, ou me mostrarem imagens de algum ponto chave de Paris eu começo imediatamente a divagar…acho que o meu organismo foi automatizado para reagir imediatamente ao vocábulo Paris! Queria tanto poder voltar lá com as mesmas pessoas (ok, secalhar tirava uma ou duas menos activas, mas acho que não me importava de ir com os mesmos na mesma!) e esse sim é o grande highlight do meu ano. Voltámos à escola para o terceiro período ainda meio afectados pelo efeito parisiense e eu ainda tinha alguma indecisão sobre o curso que teria de escolher: comunicação social ou Engenharia Informática?! Pólos opostos, concordarão vocês. Acho que só estive realmente decidido quando me candidatei no dia doze de julho, quando já não podia voltar atrás. Antes ainda passei pelo baile de finalistas (que ainda hoje recordo também ele com grande saudade! Ao licor de lagarto que ficou perdido na bagageira da Prof. Cláudia :P ) e pelos exames: 17 a Português (melhor da escola..yeah!) e 13 a Matemática (acima do que precisava…dava na boa!).

Bom e primeiro que chegássemos a Setembro?! Nunca mais era dia de fixação das pautas! Estava sozinho em casa quando sairam as colocações e então para extravasar toda a minha alegria depois de saber que tinha sido colocado pus música ao altos berros MESMO e uma das músicas que estava na banda sonora era precisamente esta, o que provocou uma reacção instintiva de pular durante imenso tempo! As inscrições foram uma semana mais tarde e na segunda a seguir começava a semana de praxes, outra semana memorável do ano 2009. Foi mesmo isso que me mudou a opinião sobre o IST, desfez todos os tabus e futuros caloiros do IST, aprendam: a semana de praxes é a melhor para desfazer todos os mitos que existem em relação a isso! Até agora não desisti e não vou desistir daqui para a frente, quero muito isto; lutei tanto para chegar até aqui que seria injusto para mim mesmo fazer isso. Não digo que esteja a ser fácil, que não tenha pensado fazer isso, porque até é o que mais me ocorre quando não percebo um bói do que se dá lá! Mas isso merecia um post e este já vai longo, fica para mais tarde. Estou agora no fim do primeiro semestre (estão a ver como o tempo voa? Em pouco mais de cinco minutos falei-vos da minha espectacular evolução escolar!), no principio da época de exames e já deito as mãos ao ar a desesperar por Fevereiro que nunca mais chega!

Paralelamente a isto tudo, a segunda mudança ocorreu a nível dos escuteiros. Mudei dos brilhantes pioneiros para uns espantosos caminheiros, surpreendeu-me em tudo, nas pessoas, no ambiente, nas actividades, no espírito de grupo, na cooperação, na organização, nas ideias, nos projectos, nas discussões que já tivemos, nos confrontos, nos anúncios BRILHANTES que realizamos, na festa de aniversario de agrupamento. Somos um! Temos ainda tanto para fazer e já esfrego as mãos para me preparar para a promessa e para um acagrup! Amazing!

Musicalmente, foi muito bom! Não fui a muitos concertos, mas os que fui valeram TANTO o dinheiro! Queria ter ido a mais, isso queria, mas eles para o ano tão cá todos caídos de novo! Fui ver os The Script à Aula Magna e seguiu-se o Marés Vivas, esse grande evento de música no norte do país. Essa foi outra aventura e tanto, recordo de barriga cheia…bom, se for pela fome que passámos, a barriga não está assim tão cheia quanto isso! Agora no final do ano e para terminar a ronda de concertos em 2009, The Prodigy foram uns senhores! Nunca tinha suado tanto num raio de concerto como no concerto deles, estava a ver que perdia uma perna ou umas costas durante o concerto, ou um estômago completamente vazio. Música do ano?! Por muito que não goste…esta, sem dúvida alguma. Em Portugal? Esta e esta, por serem as mais passadas de todo o ano.

O ponto final deste post é rematado com os meus dezoito anos. Não parece, mas é verdade. Apesar de o quizz do Facebook não me dar mais de treze anos de idade mental, tenho mesmo dezoito anos e estou a tirar a carta de condução. Watch out! Mas não se preocupem, eu aviso publicamente quando estiver prestes a pegar num carro para que vocês se possam afastar completamente das estradas.Posso dizer que já bebo como gente crescida, mas sempre moderado (bom, tiro o pé um bocado do travão nos jantares de curso…e aquela ginja, meu Deus, vale ouro!).

A minha resolução de ano novo vai ser, como sempre, atingir todas as minhas metas, mas em especial as da faculdade. Também estou envolvido aí nuns projectos mas tudo a seu tempo, a seu tempo meus senhores! Estou a fazer figas até com os dedos dos pés!

Por isto tudo e por muitas mais coisas que foram faladas ao longo do ano, aqui ou lá fora, comigo ou sem-migo (gostaram? :D ), aquilo que me fez sorrir ou desesperar e todas as pessoas que simplesmente entraram pela minha vida a dentro sem pedir permissão que são as melhores pessoas que podia ter como melhores amigos. Ao grupo que ficou para trás, ao grande grupo que somos na faculdade, aos escuteiros, à minha familia, aos conhecidos, ao Facebook, ao Twitter, à Apple e a tudo aquilo que mudou a minha vida…

UM 2010 DO CATANO! UMAS ENTRADAS ABOMINÁVEIS E UMAS SAÍDAS TRIUNFANTES!


Frases do ano:

- O <insert name> é PUSSY!

- LEEEERROOOOY! JENKINS!

- CHUPAAA!

- Sabes quem é que me fizeste lembrar agora?!

- “I’m slappin’ the bass, slappin’ the bass”

- “Se estás triste e te falta alegria, dá um chuto na melancolia (…)”

- “Hoje está ligeiramente mais calor, não achas?”

- “Ohhhh Paulinho….AÚ!”

- Nice!

- Heina mans!

- “Tu és tão boss!”

- Leão das falésias

- Morsa dos alpes

(a acrescentar)

(tudo o que está a bold durante o post foi o que marcou mesmo, as palavras-chaves deste ano)

Por terras do tio Sarkozy – Dia VI

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Adeus Paris! Ficou para trás a etapa principal (e secalhar a mais bonita) da nossa viagem, para embarcarmos até…

TOULOUSE

Praça do CapitólioAntes de sairmos totalmente de Paris, faltava-nos acabar de ver Versailles. Mais uma vez “a atrasada mental da GPS” fez-nos atravessar a cidade toda para chegarmos precisamente ao lado oposto de onde tinhamos entrado, fez-nos atravessar o transito parisiense, deu para ver a torre eiffel ao longe e chegar com um suficiente atraso ao nosso destino (diz a gaja que escolhe o caminho mais rápido…bunch of crap). Se querem que vos diga, ainda não foi desta que vi Versailles completamente! Sim, acabei o Chateâu…não, não acabei os jardins nem vi a “casa” de Marie Antoinette.

DSC03933Sim, o meu cabelo estava com um jeito marado. Sim, já cortei o cabelo. Sim, dizem que não se nota. Não, não é verdade. Não me desviando mais, digo que continuamos viagem até Toulouse. Não há muito a relatar.

Chegámos a Toulouse com bom tempo, saimos do hotel com chuva e trovoada. A serio, o mau tempo foi a nossa sina nesta viagem! Saimos para jantar, demos uma volta ao quarteirão, tirei aquela foto que aparece no header do blog (o fundo do cabeçalho é uma parede com um candeeiro que eu avistei do restaurante e me ocorreu imediatamente que podia dar uma ilusão fixe para o header do blog, que precisava de ser mudado)…e descobri uma Virgin Megastore! Ando desde o dia em que visitei Paris a roer-me por não ter gasto 10€ das minhas economias para comprar o filme produzido pela Madonna, “Filth & Wisdom”. Pode ser que seja amanhã!!

Au revoir Toulouse…meet me in 43° 19′ 0″ N5° 3′ 0″ W

Por terras do Tio Sarkozy – Dia V

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O cansaço, oh meu Deus! Vou a meio da semana e o levantar cedo está a dar cabo de mim…quem me dera que pudesse dormir até às 9h da manhã! Mas vá lá, compensa levantar cedo, hoje o dia é de Parc Asterix. O caminho para lá até nem teria muito que enganar SE nós não tivessemos um GPS, ainda por cima um GPS que fala mal através de uns alelos vocais a que resolveram chamar Amália (portanto uma voz feminina. Conseguem adivinhar qual é a voz masculina…ora Amália nome grande português, não sei mesmo!). Parece que a atrasada mental nos fez ir parar ao centro de uma cidade vizinha, daí mandou-nos por outro caminho para o Parque, o qual passava exactamente por um caminho privado…é trapasseira a moça, hein?! Ah! E com isto tudo, fez-nos sair da autoestrada, pagar portagem, para depois voltarmos a entrar e pagar portagem de novo. Eram quase 10h e eu estava a começar a entrar no limiar do stress “E porque o parque já abriu há uma hora! E porque não vamos conseguir ver tudo! E porque estas maquinices são uma futilidade! CABR* da estúpida da Amália!”.

Assim que chegámos à porta do parque de estacionamento eu vejo que atrasaram uma hora a abertura do parque, para as 10h. Sweet! :D Só falta dizer que eu adormeci na fila de espera para estacionar no parque, porque o senhor da bilheteira do parque era lentinho (Lentinho nº1). Assim que estacionámos, Lentinho nº2 aparece…a rapariga da bilheteira era muita gira, devia ser podre de boa, é pena é ser tão lentinha e casmurrinha, coitadita.

Parc AsterixÉ um parque bem mais modesto em comparação com a Disneyland…MESMO. Os espectáculos não são muito desenvolvidos, não se vê aquela animação de rua que se vê na Disney, as crianças não vibram tanto e não é um parque tão virado para elas, dado o número de montanhas-russas (algumas delas bem arriscadas) que existem lá. Lá andei nas duas montanhas russas mais LOUCAS de sempre, uma que em tempos foi considerada a mais alta (a Tonnerre de Zeus) e a outra que chega a ter uma série de loopings consecutivos brutais…esta!

GoudurixFui sozinho e até estava anormalmente calmo. Só quando lá entrei e me sentei é que tomei consciência, mas que no fundo não me ia acontecer nada de mais, ia andar às voltinhas a 75 km/h, durante 45 segundos, com forças G por volta dos 3! Sai de lá completamente leve e a chorar por causa da velocidade. Assistimos a um espectáculo sobre uma tropa romana, andámos em mais uns divertimentos (nomeadamente numa casa assombrada, que de novo o que havia lá de mais assustador era um fantoche de madeira muita feio.

CONTUDO, a surpresa do dia ficou guardada para o final do dia, quando nós pedimos à nossa mãe para ir jantar ao Disney Village…era a última noite e tal e eu ainda queria ir estrear o Starbucks do Disney Village (OMG! I’ve been completly Starbucked!). Ao que ela pergunta se não queremos antes ir jantar ao interior da Disney, já que se paga menos se entrarmos no parque a seguir às 16h, e ir assistir à parada final, tirar fotos de jeito e dar umas últimas voltas nas montanhas russas. Oh p’ra mim! Estou lá! Demos mais duas voltas no Space Mountain, fomos comer fast-food e abancámos na praça central, lá à frente para vermos passar as figuras em boa posição.

Fogo de artificioCasteloNão sei o que se passou…nas fotos da noite, algumas ficaram uma bodega, parece de péssima qualidade tiradas por um telemóvel reles!

Amanhã estou aqui! Estou em pulgas para vos mostrar as minhas compras de férias! :D

43º36’19”N 1º26’34”E

Por terras do tio Sarkozy – Dia IV

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(Porque o ser humano de alimenta de cuscuvelhice para além de álcool, sexo e drogas, os posts da saga francesa cairão um por dia, de hoje em diante. Pode ser? Claro!)

——-

Depois de farra até bem tarde pelos meandros da Disney, custou a acordar e digo-vos que só me levantei PORQUE era de re-visitar Paris que se tratava. A alvorada normal de todos os dias rondava as 8h, um bocadinho, um bocadinho depois…mas desta vez foi às 9h e tal e, quer queiramos quer não, influencia (e bem) no planeamento. Como eu era o único que lá tinha estado antes, estendi um mega mapa do centro de Paris em cima da mesa e comecei a fazer circulos à volta dos sítios onde queria ir, do que voltava a visitar e dos “discos pedidos”. Então a rota inicial era a seguinte:

La Defense – Arco do Triunfo – Campos Elísios – Ponte Alexandre III – Concord – Sacre Coeur – Louvre – Armazéns La Fayette – Pompidou – La Cité – Notre Damme – Torre Eiffel/Camp de Mars

Devo dizer-vos que daqui só não conseguimos ver os Armazéns e o Lá Cité, os primeiros porque acabei por me esquecer deles e o segundo porque acabámos por abdicar dele. Mas bom, a primeira saga do dia foi logo antes de sairmos da estação de comboios de Marne la Vallée (a estação de comboios junto à Disneyland e ao Val D’Europe): entrámos lá e fomos directos às máquinas dispensadoras automáticas de bilhetes para comprar três simples bilhetes que nos possibilitassem a ida para Paris em qualquer transporte, o que se revela uma tarefa bastante complicada, mesmo quando mudamos a lingua em que a máquina fala connosco. Comprámos então o bilhete errado e fomos parar a uma fila de mais de uma hora (que não tinha mais de 20 metros) para comprar uns novos bilhetes.

Primeira paragem: La Defense. Estava ainda mais bonita, cheia de gente a almoçar, espalombados na relva, animação de rua e sim, fiz um sorriso enorme quando voltei a ver o Arco do Triunfo ao longe. :D Apanhámos o metro e fomos até ao Arco do Triunfo, que se mantinha exactamente igual, imponente e apinhado de turistas que queria esfregar as paredes dele com as mãos. Uma coisa que reparei é que perto de cada monumento há sempre alguem a tocar os instrumentos que não habituados a ver tocar numa rua, como por exemplo um oboé, saxofone, violoncelo e por ai, percorrendo mais uns instrumentos clássicos.

La defenseTriunfoSeguimos pelos Campos Elísios a baixo, passámos por uma Fnac majestosa, uma Virgin brilhante até à Ponte Alexandre III, daí ao Concord (da outra vez não tinha lá estado mesmo) e fomos ao Sacre Coeur. Na altura eu falei de uma manha engraçada (ou não) de sacar dinheiro aos turistas, ao deixar cair o anel dourado no chão. Desta vez são jamaicanos que se encontram em todo o lado a tentar fazer-vos pulseiras com as cores jamaicanas gratuitamente (ou não) e depois, quando já têm a pulseira feita, pedem-vos 5€. Ora ou choras ou levas! Quem acabou por levar foram eles quando lhes foram apreendidos todos os fios e todo o dinheiro que conseguiram dos turistas. Subimos de Funiculaire (palavra bonita para designar…elevador) até ao santuário do Sacre Coeur e aquela é, indubitavelmente, a melhor vista da cidade…sem desfazer a torre Eiffel.

Sacre CoeurDali fomos de metrinho para o Louvre, saimos no centro comercial que há por baixo dele. A mãe natureza já chamava por mim e é claro que o Louvre tem uns WC’s! Só que os WC’s têm um acrescento…ou pagas 1€ ou 1.5€ para a usares, para fazeres uma mijadela, ou então fazes noutro lado qualquer, correndo o risco de te esvaires em urina pelas pernas abaixo pelas ruas de Paris. Mas não são casas de banho feias! Pelo Contrário, até são bem aprumadinhas, com uma parede cheia de rolos coloridos da renova que podem comprar para limpar o bataco, papel higiénico com 120 sudokus (portanto 120 quadradinhos de papel), tudo ao preço do ouro, ou não estivessemos nós a falar da cidade da luz! Até acaba por justificar o eurinho, porque evacuamos numa sanita quadrada (quantos de nós temos um sanita quadrada em casa?! Eu não! A minha é o tipico oval!), temos uma casa de banho constantemente desinfectada, e uma parede de madeira bonita que diz “Point WC”.

Point WCAh! E não reparei se aquele piaçaba era o que devia ser usado se pintassemos a sanita toda…não devia ser, para estar atrás de um vidro, cromado e com a cabeça branca. Mas mudando um pouco de “ares”, fomos a pé até ao Pompidou, um museu de Arte Moderna ali perto e que digo-vos só, é de uma arquitectura fantástica! O exterior é forrado a vigas de metal e escadas rolantes e lá bem chegado tem um vaso completamente dourado! Fantástico!

PompidouEstivemos ali pouco tempo, fomos até Notre Damme a pé. Passámos por um festival de música que a Fnac francesa estava a organizar, no qual os cabeças, aqueles assim de topo são a dupla Amadou & Mariam, dois cantores do Mali, ambos cegos. Achei curioso (eles estiveram incluidos no cartaz do SW de 2009) o grupo, a primeira vez que tomei conhecimento deles foi através da minha prof. do Cambridge que me mostrou no iPod dela; é diferente! Continuando: a última paragem era de novo a Torre Eiffel, mas ainda não foi desta que subi ao último andar. Não que ele não estivesse aberto porque até estava, era só porque a fila de espera NO SEGUNDO ANDAR eram também SÓ 45 MINUTOS OU MAIS e também porque de vez em quando fechavam o último piso para vascular aquela gente toda. Fui até ao segundo piso e desta vez tirei fotos BEM melhores que da última vez; esta é uma das minhas preferidas.

Champ de MarsO dia termina assim com esta paisagem. Se puder, no meu segundo ano de faculdade quero fazer um Erasmus em Paris (até calha bem! O meu curso tem Paris como um dos destinos possíveis!); e já disse aqui em casa, quando for maior, vou me mudar para Paris, é lá que quero passar a minha vida! Estão todos convidados para irem lá passar férias no meu T0 situado nos Champs-élysées.

Au revoir Paris! Até sempre :D

Por terras do tio Sarkozy – Dia III

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Nem sequer me custou a acordar nem nada! Foi chamar por mim, levantar, ir para a banheira e ficar prontinho para embalar! Começámos pelos Studios, já que podíamos ficar na Disney até às 23h. Segui mais ou menos o trajecto que tinhamos feito da outra vez…

Armagedon – Rock’n'roller – Backlot – Stunt Car – Hollywood Tower

Armageddon

Rock'n'roller

A primeira aventura do dia foi mesmo ir andar sozinho no Hoolywood Tower, não que estivesse acagaçado mas era a primeira vez que andava num divertimento sozinho, sem ter a companhia dos meus amigos ou da minha família. Então estive 40 minutos na fila, ladeado por uma pãozinho-sem-sal e um headbanger e o caminho fez-se anormalmente calmo. Entrei para a primeira salinha e assim que começou o vídeo veio a excitação (assim que ele diz o familiar “Quatriéme dimension” vibrei!); de seguida avancei para a fila de espera para entrar no dito elevador, QUANDO uma das mulheres pergunta se há uma pessoa sozinha! Ora eu que tinha acabado de chegar e ainda nem tinha parado na fila, levantei a mãozinha no ar e a senhora chamou-me; digamos que passei com uma pinta do caraças uma fila enorme e fui para um lugar que não tardou a entrar no elevador. Fiquei nervoso quando entrei lá, já não sabia o que era sentir o estômago no lugar do coração e fui completamente sem mãos e desta vez fiqei bonito na foto :D

Fomos para o Disneyland Park. Primeiro divertimento a visitar era outra montanha russa: fiquei lá na fila quase uma hora e assim que chegou a minha altura, os carrinhos encravaram numa descida com alguma velocidade…comigo lá dentro! Foi bonito, estava toda a gente altamente descontraída, uns ingleses fizeram um filme com toda a gente e lá acabámos por ganhar um Fastpass (um bilhete que nos permite passar à frente de toda a fila em alguns divertimentos) para lá voltarmos como recompensa de toda a espera. Fomos à casa pouco-assombrada e depois saltámos para o lado mais fixe do parque, o do Space Mountain.

Canhão Space Mountain

Esta foto é tirada no canhão exterior de lançamento do Space Mountain.

Pelo meio foram tiradas não sei quantas fotos a paradas da Disney e à noitinha o tão aguardado momento, a festa final dos quinze anos da Disneyland Paris, a qual se repete todos os dias e é seguida por um modesto fogo de artifício. Querem saber uma coisa? Fiquei sem bateria na altura do fogo de artifício!! E não tinha a segunda bateria comigo! Que raio!

Resumindo, eram 23he pouco e estava tudo a sair da Disney para ir para casinha. Eu dei uma última volta pelo Disney Village, compras na Disney Store, McDonald’s comprar um Hamburguer e seguir para casa.

Este é o P’tit Plaisir, que substituiu o P’tit Poivre que havia na outra altura…

P'tit

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