YAY!

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Um mês e resmas de acontecimentos depois, voltei meus amores. Sim é verdade, a vossa vida agora vai voltar a ganhar um novo alento, vão ver o mundo muito mais colorido, a crise vai se embora e a água do mar parece muito mais quente (tenho pena dos que ainda não puderam presenciar a água do mar este ano).

Tenho tantas coisas para vos contar  que não sei por onde começar. Se calhar, começamos pelo mais óbvio: IST! Quão afável é este tema? Se lerem o histórico de posts dos últimos, vá, 12 meses, vão se aperceber que as vezes que eu falo desta pequena bodeguita, deste ente tão chegado a mim, são de facto assustadoras (watch out, pessoas que tencionam entrar em LEIC!). Pois é, o primeiro ano está oficialmente selado desde o passado dia 16 de Julho – lá vão vocês pensar “Eh que calão da pior espécie, há quase um mês de férias e ainda não nos tinha escrito – e desde esse dia que não ponho os coutos na Alameda, que não pego num singular papel que tenha o nome Instituto Superior Técnico inerente a ele. Quanto a notas…pois…são menos-boas-do-que-secalhar-eu-poderia-esperar-no-inicio-do-semestre (ou então simplesmente: foram más). O próximo semestre sim é que vai ser diferente (aliás, não pode ser igual ou pior porque senão creio que terei de subir ao Cristo Rei e clamar pelas vozes enquanto caio), o primeiro capítulo está escrito e teve tanto de bom (muito bom! exponencialmente bom! fenomenalmente bom!), como teve de mau (horrível! de quase fazer chorar!) e serviu para principalmente crescer muito mesmo, alargar a mente, abrir as portas a novas experiências,  mudar a mentalidade. Venha agora o segundo ano, com algumas cadeiras penduradas de primeiro ano, venha a semana de praxes, venham os projectos, venham os exames, venha a RNL, venham as tardes passadas nela, venha a semana académica de Lisboa, venha o trajar de novo!! Mas agora, por favor, estou de férias…o assunto IST termina depois desta foto.

Outro tópico grande realmente são as férias. Só de pensar que há um ano, precisamente hoje, dia 4 de Agosto, estava em Paris…

Em compensação de no ano passado ter ido duas vezes a Paris, este ano fico na Costa da Caparica. Não é brutal?

Gostava de só fazer um último apontamento para o final do ano, para a maravilhastica jornada de concertos.

U2 – Gogol Bordello – MGMT – 30 Seconds To Mars – Arcade Fire

Susana como é, U2? Bem que podiam chover agora dois bilhetes! Já fiz isso para o Alive, bem que podia acontecer para os U2. Para o resto, obviamente preciso de financiamento, patriarcal ou não, dado que estou a juntar dinheiro para ver se acabo a carta de condução (ando há dois ’25 de Dezembro’ a dizer que é no próximo ano que já conduzo a família para a consoada).

Quero ver se ponho a escrita em dia. Podem reparar que a minha escrita está articulada demais, nota-se falta de elitismo e poder. Estou feito um preguiçoso da pior espécie, diacho!

A year ago.

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Então, há um ano foi assim. Coloquei um vídeo neste humilde blog, dia 23 de Junho. Naquele dia sentia-me tão gingão quanto aquela música, era Michael Jackson, Don’t Stop ’til You Get enough. Dois dias depois, morreu. Hoje, depois do entretanto lançado documento-bilionário-musicalo-filme, depois de páginas de jornal incineradas com palavras mais ou menos insultuosas, mais ou menos difamatórias, soltamos as edições especiais comemorativas de Aniversário de Morte. Ridículo. Se fosse preciso e se ele ainda estivesse vivo, podia perfeitamente andar a cair pelos cantos que as edições comemorativas ficavam uma vez mais guardadas no espólio mais obscuro de cada um.

Daqui a um ano fazemos um novo memorial, voltamos a pôr flores na campa, voltamos a bater o mesmo assunto e depois esquecemo-nos. Just like how we did yesterday. Oh Michael Jackson, the way you Make me feel…

The King is Dead. Long Live The King.

Fresh

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Hey aí leitores gostosos!

Sim, a casa está visualmente mais simples e com menos tralha (tirei uma quantidade enorme de amontoado inútil das barras laterais do blog), mas sim posts é que continua de chuva. Não pego no Single da Semana ao tempo, coitadinho, ainda por aí aos caídos!

Assim curtas e grossas, posso-vos dizer que no sábado passado o Clã fez a sua actividade de angariação de fundos, que muitos deverão ter visto no Facebook: o Carwash. Foi um SUCESSO! Tem sido sucesso atrás de sucesso e, thank God, as coisas aos poucos estão a encarrilar. Queria também deixar aqui o profundo agradecimento a TODOS os pais que, pelos nossos chefes nos fizeram chegar os parabéns pela actividade organizada e que quase nos põem num altar por os termos incluido a todos num acampamento. Sim, fica prometido: futuramente vamos ter mais, pais da Lobitagem! :D

Entretanto também voltei à minha leitura, que bom! Fui pegar em José Saramago (saudades saudades saudades!), Todos os Nomes. Estou a gostar bastante, comecei a lê-lo ontem apenas e tenho tentado ler o máximo que consigo nas pausas de IST as known as viagens de autocarro.

Na semana passada marquei um record pessoal: duas directas seguidas a estudar. Bom, na primeira noite deitei-me eram 5h e tal da manhã e acordei às 8h30, para chegar atrasado à entrega do projecto de AC. Na segunda noite, bom, não me deitei! Estive desde as 15h da tarde de quinta até às 6h da manhã de sexta a fazer fluxogramas! Woohoo! Não é incrivel!? Não, não é.

Último tópico do dia: Rock in Rio Lisboa. Não me percebo, falei tão mal dele na altura em que soube o cartaz, que não ia e que não fazia nem acontecia, que agora que ele está a meio, me apetece mesmo pôr lá os coutos. C’mon, é o Rock in Rio…posso-me dar ao luxo de dizer que nunca falhei uma edição! Por seu lado, o Optimus Alive está a gritar tanto por mim! Mais tarde falamos disto…

E pronto, é isto. Escrevi isto em 10 minutos, tenho os olhos secos do computador (não sei como é que, nos tempos heróicos da aviação, eu aguentava um dia inteiro num computador e tinha sempre dezenas de milhares de coisas para fazer e ler e ver e agora morro em frente a um computador por não ter nada para ver e por passar o dia todo à frente dele) e estou a ouvir Ivete Sangalo! Já agora, ficam aqui duas recomendações: Dois Selos e um Carimbo dos Deolinda e Crystal Castles II dos Crystal Castles. Bem diferentes, mas altamente consumíveis!

It’s a wonderful week to trajate!

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A Semana Académica chega hoje ao fim, com o terceiro dia de Festival Académico a pôr-lhe um ponto final. E até que enfim, depois de tanto tempo a suspirar pelo meu traje, pela semana em que podia trajar, pelo Festival Académcio e pela Serenata, eu posso finalmente considerar-me um estudante da cabeça aos pés.

Segunda-feira começou com aulinhas de manhã, como sempre. Em adição a isso, junta-se o facto de eu ter de acordar tipo uma hora mais cedo para fazer a barba, tomar banho, trajar e fazer o nó da gravata. Bom, o nó da gravata não é assim tão complicado quanto isso de se fazer…é claro, perdem tempo com o computador na casa de banho (se forem tão nerds quanto eu), com um um video de um homem a explicar como se faz o nó de Windsor. Fiz e desfiz o nó uma data de vezes, voltei para a sala e, como que em jeito de acesso de fúria, voltei à casa de banho para tentar. E consegui. A partir daquele momento senti que era um homem completo, agora que sei fazer um nó na gravata, um refogado, uma cama e limpar o pó. Então, quando cheguei à faculdade ainda fiz alguns nós na gravata de alguns colegas meus e conseguiram ficar melhores que os que estavam na minha gravata! Tudo isto significava que durante uma semana iria ter tanto calor como que se o sol tivesse descido à Terra, mas apenas em cima de mim e para onde quer que eu fosse, o que iria aumentar as produções de Vapor de Água dentro de mim, que se iria acumular junto à minha camada de roupa. Trocando por miúdos, ia suar que nem um porco! E suei mesmo. Segunda-feira foi também dia da Monumental Serenata a Lisboa; o meu grupo combinou jantar todo junto em casa da Sandra (já antes aqui falada, por motivos de grande farra), então fomos comprar comida ao Pingo Doce – venha cá! – e depois toca a cozinhar em casa dela. Que feeling que eu tive quando nos vi todos trajados em casa dela, na mesma divisão, todos de preto e branco, batina, casaco e capa. Tive um arrepio e esbati um sorriso gigante! Lembrei-me como há uns meses atrás eram completamente estranhos e agora somos todos grandes amigos e estamos trajados, todos juntos, todos felizes, todos tudo!! Fomos juntos para o IST de novo, onde iriamos ter uma cerimónia da CPLEIC antes de irmos para a Praça do Municipio, onde ia ser a Serenata. Sobre este ponto, posso dizer que sai de lá desiludido…aquilo foi tudo menos serenata, foi mais bailarico de gente reles que outra coisa qualquer! Chegou ao ponto de, durante o intervalo, eles passaram música Pimba e Tecno, quando o suposto era um ambiente mais reservado e calmo e intimista. Mas tudo bem, foi positiva por INÚMEROS outros factos :D

Terça e quarta não houve nenhum evento académico de especial relevância. Houve um laboratório de Mecânica e Ondas. Gosh, aquilo é mesmo tão mau! Rapaziada que quer entrar em LEIC: pensem bem quando o estiverem a tentar fazer, pensem no factor “Física 12º Ano”. I’m Just Sayin’.

Quinta-feira foi noite de Tunas no Estádio do Restelo. Andei de eléctrico, coisa que não fazia ao tempo! E o Estádio não tinha nada a ver com a última vez que o tinha visto. Se da última vez esta assim…

…nos últimos dois dias esteve assim (a foto é de sexta, quinta-feira não esteve nem um quarto da gente de ontem):

Bom, mas ainda na noite de quinta, o ponto de alto (e há de ser sempre, até me provarem o contrário) foi a actuação da TUIST mas desta feita com a Estudantina de Lisboa ao mesmo tempo. Surpreendentemente inovador e bom! De seguida houve a actuação dos Arrebimba o Malho: que foleirada, brega e de baixo-nível. Meu riquinho Quim Barreiros que iria ver no dia a seguir! A noite acabou connosco num autocarro da Carris a caminho de casa para dormir. Durante esta viagem também ganhei uma dor de garganta e uma rouquidão de tanto gritar e começar gritos de LEIC, ou Imaculadas, ou canções do álcool. Mas valeu a pena…cada vez que gritávamos abafávamos o resto do autocarro que, às 2h da manhã estava literalmente a abarrotar! E atenção que nem éramos mesmo muitos!

Sexta-feira, aquele que seria para mim o último dia de farra académica. Estive no IST desde as 8h da manhã (tinha dormido 3h praticamente, com a capa a tapar-me), tive uma boa tarde e depois no final do serão vespertino, fui de novo para o Restelo. Desta vez o Restelo estava BEM mais cheio, mas sem qualquer comparação! A razão mais que provável para isso era o facto de ser sexta-feira e de o Quim Barreiros ir lá actuar. Que cacho! E que noite! :D

Pelo que acabei de saber, a terceira noite acabou de ser cancelada. O palco ruiu esta manhã por causa do mau tempo! Ou seja, não há Cansei de Ser Sexy nem José Cid nem Diego Miranda para ninguém!

Por este ano, o capítulo Semana Académica fica encerrado. Para o ano é para ir a Coimbra pessoal, ok?! :D

Tanta coisa mudou numa semana…

Gelado de Verão

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Fenomenal, apocalíptico, estrondoso, bombástico, fantástico, abusado, puxado, energético, nostálgico. São tudo adjectivos que conseguem caracterizar o concerto da noite passada do David Fonseca, no Coliseu dos Recreios. As expectativas do público estavam nos píncaros, havia uma sala cheia prontinha para cantar a plenos pulmões clássicos, músicas novas e baladas.

Para entreter o público antes de David subir ao palanque do Coliseu, fazia-se ouvir na sala alguns clássicos: Culture Club, Boy George, Pet Shop Boys ou New Order. Ouvia-se já o burburinho de fundo, as pessoas que ensaiavam a voz para o espectáculo da noite. A sala estava preparada a preceito para uma noite em grande, bolas de espelhos penduradas por toda a sala e pelo camarote presidencial, um pano finíssimo a ocultar um palco recheado de instrumentos musicais, uma cabine telefónica com um estilo tão british e inúmeros painéis de LED’s, luzes gigantes penduradas no tecto do Coliseu…tudo o que é necessário para me criar já um substancial arrepio na espinha. Está MESMO MESMO quase a acontecer.

Sem o público dar por isso, David Fonseca entra em palco enfia-se na cabine telefónica. Ecoava na sala o clássico I want to Break Free dos Queen, o público cantava já de maneira audível e, do nada, ouve-se um homem a cantar em conjunto connosco. Era David Fonseca, ali, em carne e osso. Hibridamente misturada com “Walk away when you’re Winning”, é dado o mote do concerto e começa uma festa que durou um pouco mais que duas horas. Rodopiou-se entre os quatro albúns dele, entre alguns clássicos como Cyndi Lauper (que ESTRONDO de versão do “Girls just wanna have fun”, com direito a canhões monumentais de confettis), os Korgis (“Everybody’s Gotta Learn Sometimes”) e ainda um mix fantástico que começou com o David Fonseca (bolas, não posso dizer mais David Fonseca neste post) a recordar os tempos de 1998, os tempos áureos dos Silence 4, ao mesmo tempo que tocava os acordes de Borrow, o que seria talvez um prenúncio do que estaria ai para vir. Mas não, quando toda a gente achava isso, começa a cantar “The Roof is on fire” dos Bloodhound Gang e passa para Stop 4 a Minute. Novo arrepio na espinha por ter tamanho entertainer e performer à minha frente. Ainda teve tempo para ir calcorrear os tempos passados com Manuela Azevedo e Camané, nos Humanos, cantando “Gelado de Verão” de António Variações. O momento alto foi quando Fonseca cantou baladas como “Someone that cannot love” ou “Hold Still”, com a sua pequena Rita Redshoes. Que mulher bonita e que voz!

O melhor mesmo da refeição ia ficar para a sobremesa: dois encore. O primeiro foi iniciado com David Fonseca sozinho em palco, a contar a história de “Angel Song” dos Silence 4. Já o segundo, deixou a banda sozinha em palco, vestida com fatos de boxe e olhos pintados de preto, as luzes por cima da plateia desceram até ao nível do público e soou um alame de incêndio fictício, enquanto que, do lado oposto, aparecia David Fonseca, empoleirado no camarote presidencial, também ele trajado a lutador de boxe, com dois vinis na mão e proclamando “Lisboa, tonight I’m Your DJ”. E foi-o de maneira exímia! Estoirou o Coliseu com “This Raging Light”, transformou o concerto numa enorme pista de dança, luzes estroboscópicas, luzes vermelhas, batidas aguçadas. O concerto fechou com pirotecnia que saia do tecto durante “Silent Void”, chave de ouro para uma noite frenética que nem tempo para respirar dava.

Cumpri a promessa que tinha feito antes do concerto começar: sair de lá sem voz. Prometo também que, daqui em diante, vou passar a assistir a mais concertos de música portuguesa e a valorizar mais, porque até é bom termos alguém em cima do palco que comunica connosco em Português.

Foi literalmente o meu gelado numa noite de primavera :D

Mad.

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Times can come, but nothing can change this.

Até me convencerem do contrário e até acharem uma prova concreta disso, esta senhora é Maria Madalena em vida, é um supra-sumo da música. O problema é quando toda essa genialidade se apodera de mim e não consigo ouvir outra coisa. Hoje é um dia desses, ao fim de um ano e uns tantos meses posso FINALMENTE ver o concerto que passou em Lisboa, em DVD. E não consigo deixar de ouvir músicas dela. E é assim, que fica aqui a minha patada do dia.

Literalmente pegajoso, já cá canta na minha biblioteca musical em original! Hurray for good music!

Ca-ching!

Single da Semana – Semana XXV

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No último single falei de outra rapariga que devia estar debaixo do vosso olho durante este ano. Se o leram, sabem que só podem haver duas chances. Esta rapariga desde muito cedo que sonhava em ser famosa (já o admitiu numa entrevista que li no início deste ano), já a confundiram várias vezes com a Catherine Zeta-Jones e com a Shakira (depois de verem o clip concerteza que também vão concordar comigo, ao achar que ela NÃO É parecida com nenhuma das duas) e é apoiada nisso tudo que Marina Lambrini Diamandis (no joke…real name) escreve a sua música “Hollywood”, num formato Indie Pop tão agradável de ouvir. Há coisa de duas semanas editou o seu primeiro albúm a sério (todos os outros eram EPs), entitulado de The Family Jewels.

É bonito, parece mau das primeiras vezes mas depois o seu “sotaquezinho da beira” começa a ficar no ouvido.

Marina and the Diamonds – Hollywood

American queen is the American dream
American queen is the American dream

She is a Polish girl in America
Tall, tanned hot blonde called Anya
I asked her ‘Why would you wanna be a hollywood wife?’
“Because I don’t want to end up living in a dive on Vine”
I’ll do anything for a dime
Looking for the golden lie

[Chorus]
Hollywood infected your brain
You wanted kissing in the rain
Oh oh, Living in a movie scene
Puking American dreams
Oh oh, I’m obsessed with the mess that’s America
I’m obsessed with the mess that’s America

I fight security making plays for me
As soon as I touch down in old LA, he said,

Oh my god, you look just like Shakira
No no, you’re Catherine Zeta
Actually, my name’s Marina

Your mind is just like mine
All filled up with things benign
You’re looking for the golden lie

[Chorus]
Hollywood infected your brain
You wanted kissing in the rain
Oh oh, I’ve been living in a movie scene
Puking American dreams
Oh oh, I’m obsessed with the mess that’s America
I’m obsessed with the mess that’s America

American dream is the American queen
American queen is the American dream
Is the American dream
Hollywood infected your brain
You wanted kissing in the rain
Oh oh, I’m living in a movie scene
Puking American dreams
Hollywood infected your brain
You wanna kissing in the rain
Oh oh, I’m living in a movie scene
Puking American dreams
Oh oh, I’m obsessed with the mess that’s America
I’m obsessed with the mess that’s America

Single da Semana – Semana XXIV

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Saiu ontem o CD desta moça, o seu primeiro CD (já o detenho!!) e já foi considerada pela BBC como uma artista a manter debaixo de olho durante este ano. É loirinha, gira e tipicamente britânica. Tem uma voz doce, uma entoação suave e é muito fácil associarmos a sua voz a outras vozes já conhecidas. Faz parte da razia de artistas que acabam de se atirar da rampa de lançamento e que se estão a deixar ir ao sabor do vento. Ela, Marina & The Diamonds e Ke$ha são jovens promessas.

Depois não digam que não vos avisei.

Ellie Goulding – Under the Sheets

Like all the boys before, like all the boys, boys, boys(x2)

You left your blood stain on the floor
You set your sights on him
You left a hand print on the door,
Like all the boys before, like all the boys before (boys boys boys boys)

This is our luck, baby, running out
Her clothes were never off
We still have hours to run about
To scale the map, scale the map, to get us back on track
I’ve seen you in a fight you lost, Ive seen you in a fii-ii-ii-ii-ght

(chorus)Were under the sheets and you’re killing me
In our house made of paper, your words all over me
Were under the sheets and you’re killin’ me

Like all the boys before, like all the boys, boys, boys(x2)

In here the world wont bring us down
Our plan is golden
Out there a lonely girl could drown
In here were frozen

Where did the people go?
My hands are empty
You’re not the answer I should know
Like all the boys before, like all the boys before
(whoa, whoa, whoa, whoa,)

(chorus)

Were in a mess baby, were in a mess babe
Your more is less babe (oh, oh)
Were in a mess baby, were in a mess babe
Your more is less babe (oh, oh!)

(chorus)were under the sheets and you’re killin me
In our house made of paper, and you’re words all over me
We’re under the sheets and your killin’ me
(Ive seen you in a fight you lost)
Like all the boys before, like all the boys before
Were under the sheets and your killing me
Our house full of paper and you’re words all over me
Were under the sheets and youre killing me
(oh you’re killin me, your killin me!!)

Were under the sheets and you’re killing me
In our house made of paper, your words all over me
www.musicloversgroup.com
Were under the sheets and you’re killin me
(killin me, killin me, killin me)
Killin me, killin me, killin me

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