Bolha do Paulo

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Hurts – Stay

Há dois fim-de-semana fui com o meu Clã (escuteiros) acampar para Santa Cruz. Depois de um almoço na praia, descobri que areia estava lisa, como nunca tinha visto. Como criança que sou, pus-me a desenhar coisas na areia com uma cana e, às tantas, desenhei uma bolha à volta da Di (amiga e Caminheira do meu Clã). Na noite desse mesmo dia, apercebi-me de quem, de facto, quer ficar dentro da minha bolha e não, quem quer fazer parte da minha vida ou não.

Mais tarde e nas últimas duas semanas, apercebi-me que se for ver bem, não há muito mais gente que eu queira dentro da minha bolha comigo. que eu dava a minha vida por. Nos últimos tempos levei muita pancada, pancada de quem menos podia esperar, o meu grupo da faculdade já não é (de longe. Há um ano estávamos a tocar, alegremente, guitarra no Parque das Nações) o que era, o pessoal do secundário…pouco falamos. Aprendi (obrigado Maggy) a fazer a distinção entre conhecidos e amigos, amigos e melhor-amigos. Amigo (vou meter aqui também melhor-amigo) é aquele que está lá quando preciso, não quando ele precisa só, não é o que salta do barco quando o vê a ir ao fundo, é o que aguenta comigo a embarcação, é a pessoa que não fala comigo por interesse, apenas para me pedir alguma coisa. Amigo/melhor-amigo não é aquele que me achincalha quando estou abaixo da m#rda, não é o que se junta aos demais e me deixa para trás, não é o que me abandona quando deixo de ter interesse enquanto pessoa, não é o que me espeta uma faca (no início eram facalhões, agora são facas. Começam a ser insignificantes) nas costas, não é o que mantém uma fachada comigo e com os outros é alguém que nem eu reconheço, não é gente mal-educada, não é gente rude, não é gente que me encosta à parede e me ultima a perguntar se eu gosto de X ou Y pessoa. Não é.

Creio que até agora, houve toda uma confusão na cabeça dessas pessoas. Eu não sirvo de verbo de encher, não sou uma mula, eu tenho alma, tenho sentimentos, não existo apenas quando vos dá jeito. E vocês, aqueles que me desejam ver pelas costas ou nem se lembram de mim excepto quando é para pedir apontamentos ou dinheiro para cerveja…se há coisa que aprendi com o meu pai, é que  quando alguém nos deseja ver mal ou inveja, a pior coisa que lhes podemos fazer é mostrar que estamos na mó de cima, que estamos mais felizes que nunca (e, acreditem, nunca me senti tão F#CKING bem!). A todos esses, boa viagem! Eu escolhi o meu caminho.

É claro, continuo a ter amigos, não me cinjo a pessoas invejosas. Mas, neste momento, aqueles que habitam na minha bolha são poucos (comparado com o período em que eu era “fixe” por utilizar o álcool como lubrificante social), mas são bons. São os BONS amigos, a namorada, o meu Clã, a minha família, os meus pais, os meus irmãos…aqueles que do que depender de mim, são para Manter para o resto do tempo.

Esta é a única bolha que eu espero que nunca rebente, não quero parar de jogar a Apanhada convosco.

More Sex than the City

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Hoje desloquei-me até a uma sala de cinema (nas Amoreiras. Sabem o que é saudosismo? É o centro comercial Amoreiras) para ver em primeira mão a novíssima película de “Sexo e a Cidade”. Continua exactamente o mesmo, mais sexo do que cidade, Sarah Jessica Parker continua a ser o foco e Kim Cattrall continua a mesma figura do filme, continua a ser a melhor. Só me ocorre também outro caso assim, a série “Californication”, que é mais ‘fornication’ do que California! Não percebo como é que no IMDB o filme está tão mal cotado, há muito tempo que não me ria tanto num filme, há muito tempo que não batia palmas no meio dum filme! Para mim, um 8 em 10.

Figuras como Liza Minnelli, Tim Gunn ou Miley Cyrus também figuram neste filme.

Anyway, vão ver. Não vou ser spoiller e revelar o filme! Mas também, se não viram o primeiro filme, forget it, vão para lá apanhar ananáses!

(e PARABÉNS FIA! :D )

Fim do 1º ano.

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Oficialmente ainda não terminou o meu primeiro ano de curso, o meu primeiro ano de faculdade, mas é como se já tivesse acontecido. Embora só acabe na próxima quarta-feira, dia 9 de Junho, penso que posso já fazer um balanço de como foi a experiência “faculdade” durante já quase nove ou dez meses. Passou tão depressa!

Ainda no outro dia estava eu nas inscrições com o pessoal da ESJCP, com algum receio do que seria o IST e do que me estaria reservado. Lembro-me perfeitamente de no primeiro dia de aulas não ter a primeira aula da manhã e estar no pavilhão de informática sem conhecer ninguém, já que as únicas pessoas que conhecia, o Técnico tinha feito questão de separar de mim. Fui-me sentar num muro lá na Alameda do IST e tirei esta foto, parecia turista, tudo aquilo era tão novo para mim que não queria acreditar, qual Alice no País das Maravilhas. Ok, secalhar NÃO tanto, não mesmo.

Hoje voltei a ver esta foto e, se na altura achava que era um fascínio, hoje é-lo de maneira diferente. Já conheço os cantos à casa e convivo todos os dias com a fachada imponente que se ergue no topo da Alameda. Instituto Superior Técnico é nome pomposo, é nome em grande e com grande carga. Afinal, está de pé há 100 anos e por ali já passaram milhares e milhares de alunos, engenheiros, mentes brilhantes! Eu sou apenas o aprendiz, sinto-me pequeno mas adoro, adoro tudo ali, adoro toda a gente que conheci, adoro o facto de ainda ter pela frente montes de coisas novas para descobrir, adoro! Mas não foi fácil, nem o é nos dias de hoje confesso. É dado adquirido: tudo no IST é puxado, nem que seja a engenharia mais reles (porque, dentro de todas as engenharias dificeis, há sempre aquela que é menos dificil), é duro, é suado, só me ocorre a expressão “sangue, suor e lágrimas”. Secalhar é hipérbole, estão vocês a pensar, “cá p’ra mim ele é mas é um petas, um molengas”…não amigos, não é mentira. É preciso ter dois dedos de testa e três de loucura para se inscrever num curso no IST. Podem ter a certeza que é uma aventura para a vida, podem até não voltar a sair de lá, sendo catedrático ou passando anos a fio sentado na cadeira do auditório a tentar ultrapassar as matérias mais indegestas; mas podem ter a certeza, o Técnico forma-vos enquanto pessoas, o Técnico não forma fachadas nem engenheiros que só se preocupam com a maneira como se aperta determinado parafuso ou cabo, forma engenheiros que se preocupam em saber do que é feito o parafuso. Sim, soa a lavagem cerebral e até podem nem querer saber dos parafusos, mas no final de contas, vão ver que a bagagem de conhecimento que levavam de manhã, sai de lá muito mais rica e cheia! Não fiz todas as cadeiras do primeiro semestre, deixei penduradas as matemáticas e neste semestre tive de deixar cair já uma cadeira, são opções, há que ser realista e ver quando nos esforçámos o suficiente para passar a uma cadeira e quando não. Sim, é claro que houve aulas que me baldei, aulas que fui para a rua, aulas em que fui confrontado pelos professores, aulas em que falei mais e aulas em que até dormi ou não ouvi porque estava de ressaca do jantar de curso da noite anterior. Mas são experiências, são pequenos desleixos que, tudo bem até nos podem custar a cadeira, mas nos fazem sentir estudantes, que temos tanto ainda para passar na vida, que só agora é que começámos a ser académicos (académico diferente de boémio, uma coisa que digo para mim todos os dias).

E não podia pedir melhor companhia de trabalho, melhor companhia no meu dia-a-dia que as pessoas que conheci este ano, todas elas. Somos tão diferentes, mas formámos um grupo tão fechado, tão fixe e tão simples que nos conseguimos completar uns aos outros! Que bons momentos já passámos juntos, podia enumerá-los todos mas perdia-me no raciocínio e não me posso alongar muito. Só tenho a agradecer à semana de praxes (sim, aquela de que toda a gente tem medo) e aos jantares de curso! Só passou um ano e já temos tanto para contar. :D

Se voltava a fazer o primeiro ano todo? Não, de todo, as cadeiras de primeiro ano são chatas e enfadonhas. Mas infelizmente para o ano há cadeiras que vou repetir…não, não estou a atirar já a toalha ao chão, a esperança é a última a morrer, até ao lavar dos cestos é vindima e ainda nem entrei na época de exames! Ainda posso usar todos os trunfos que tenho na mão, tenho é que os saber utilizar! Vai ser difícil? Vai! mas tem sido difícil desde Setembro mesmo! Não quero amedrontar quem tenciona vir para LEIC para o ano, mas também não vos vou dizer que é facil, que é simples e que vão ter as coisas de mão beijada como no Secundário. Tirem o cavalinho da chuva. Não vão ter ninguém que corra atrás de vocês para vocês entregarem relatórios a horas, não vão ter tempo para se coçar nem tempo para dormir quase. Vão ter de fazer directas, muitas vezes seguidas, vão passar a noite no IST e vão aprender a “ter tomates” para aguentar a pressão que vão ter sobre vocês. Com tempo acabam por lidar com tudo e vão aprender a tirar a minoria positiva de um bolo negativo, vão apanhar todas as pedrinhas  que encontrarem no caminho e mais tarde vão construir o castelo (ah Fernando Pessoa, venha cá que o povo português precisa de si!). Diabos me levem se a vida de estudante não é a melhor de sempre! Posso não dormir, posso queimar pestanas com os raios catódicos do computador, posso até nem ver a minha família estando a 5 míseros metros dela, mas diacho, não quero que a minha vida de estudante acabe! Sim, podia ter um bocadinho menos de trabalho e projectos e jogos de computador que eu não me queixava, mas estou a fazer uma coisa que gosto! Onde eu estou, milhares de outros estudantes gostariam de tar…e tenho que aproveitar isso, da maneira mais saudável e humana possível!

Venha daí o mês mais complicado de sempre da minha vida, que eu vou levar uma porradona psicológica, vou ficar feito um caco, vou ficar em baixo quando os exames me correrem mal, vou andar a bater com a cabeça nas paredes. Mas depois tenho um mês e meio de férias e não vou mexer uma palha, vou voltar a fazer mapeling e vou ganhar um bronze decente porque com bronzes à camionista não vamos lá.

É I, é S, é IST!

Miss You.

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Um ano. Passou um ano e isso não me agrada nada, de todo. É tempo a mais e eu não gosto de sentir o que estou a sentir: apetece-me largar tudo e voltar atrás no tempo, não mudava nada, repetia.

Sinto a falta da adrenalina de andar pela primeira vez de montanha russa a sério, sinto falta de andar sozinho em Paris convosco, sinto falta do nosso nível de parvoíce acima da média…sinto falta de nós e da nossa amizade. Mudou tanta coisa num ano (que, a meu ver, nem um ano foi. Não pode ter sido), afastá-mo-nos, mal falamos, mas as memórias persistem. Acho que precisamos todos de uma “Friendship Rehab Trip”.

À parte disso, saudades, muitas saudades, talvez saudades a mais.

“We will always have Paris”

How does it feels to…

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Sexta-feira foi dado um importante passo na minha vida académica, possivelmente um passo na direcção errada, mas não deixa de ser um passo! Fui

Expulso

de uma teórica de Matemática Discreta (olhem para mim, um triste a vangloriar-me de tal facto. Podridão mental elevado ao expoente máximo). Agora é aquela parte em que eu faço o meu discurso de descargo de consciência, onde tento salvar o meu couro de possíveis culpas no acto, onde invento mil trezentas e vinte cinco desculpas que até se encaixam bem na história. Mas a verdade é que neste caso (e em 74,643% dos casos,  percentagem apuradíssima) eu estou ilibado de qualquer culpa…ok, se calhar não estou de toda, mas a minha quota parte na culpa é muito pequena. E passo a explicar:

Eu estava sentado na última fila do QA02.2 (nunca fui menino de última fila mas este semestre por força das circunstancias passei a sê-lo) e tinham passado trinta minutos desde o início da aula. Fruto de uma decisão relâmpago à saída do meu banho matinal, o meu portátil foi passear ao IST e nesta primeira aula, entreguei-o ao @nunz20 (viram quão geek eu consigo ser já?) para que ele me resolvesse uns probleminhas que eu tinha no meu Ubuntu. Quando ao fim dessa tal meia hora, ao pedir o meu computador de volta, ele pediu-me também o meu iPod…até aqui tudo bem, pretty normal. A coisa fica negra quando eu lhe passo o iPod: a prof. estava virada para o quadro lá no fundo do auditório, precisamente no lado oposto da sala, e toda a gente na sala estava a falar. Ora, o que se sucede é que quando ela se volta para trás, manda para a rua a primeira pessoa para quem olha. E foi isso que me aconteceu.

- Tu aí atrás! Ao lado do menino de camisola cor-de-rosa (que SÓ por acaso era a Fia). Não vou continuar a aula até tu saires da sala. Por isso, se não te importas, sai.

- Quem…Eu? (literalmente a minha pergunta, com todo o auditório a olhar para mim)

- Sim tu! Vi-te a passar um objecto preto no ar e vi-te a falar. Como foste a primeira pessoa para quem eu olhei quando me virei para trás, vais sair.

(diz o Nuno) – Espera. Eu saio contigo também.

E foi assim. O Nuno apressou-se mais e saiu pela porta da frente, eu demorei mais porque estava a guardar o computador e o carregador e ainda fiz o pessoal da minha fila levantar-se para me deixar passar. É mais que natural que nos próximos dias, semanas, meses, semestres, anos (ok nem tanto, terça já não se lembra da minha cara) eu seja o cão de fila dela, e que sempre que acontecer alguma coisa, seja o 67051 a pagar (sim, agora vou ser o “bode respiratório” da prof. Hein? Também queriam essa patente). Foram precisos treze anos de ensino para ter o ligeiro travo de ser posto na rua. E não sabe assim tão bem quanto isso, porque não gosto de confrontos e porque não gosto de toques de cabeça de injustiça.

Para fechar a manhã com chave de ouro, veio a aula de IAED. Não sei qual é a filosofia das aulas daquela mulher, não percebo se ela gosta de não nos explicar os exercícios, para depois parecer heróico quando nos explica as coisas todas? É suposto nós absorvermos por Osmose toda linguagem C? Não sei mesmo. E ela diz que também não se vai esforçar por falar muito alto, para um auditório cheio (sim realmente quem faria isso? Seria um doidivanas completo! Onde é que já se viu falar alto!)…que sensatez e riqueza de decisão. Por essas e por outras, agora ando a tentar perceber como se programa em C, em casa, a passar slides de um powerpoint do início da matéria que ela deu na semana passada.

Agora sim, fechar o dia académico. À tarde houve uma actuação de rua da TUIST, na Rua Augusta. Depois de um almocinho com o pessoal do Secundário que está no IST de momento, eu, a Maggy e o Xu fomos com a Tuna para a baixa. De mais, soberbo, fantástico e “mal posso esperar pelo TUIST” são tudo pensamentos que vagueiam pelo meu sistema imunitário e nervoso de momento. Ah! Brilhantismo ao mais alto nível.

Your alcoholic appeareance is beautiful.

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As fotos chegaram ao pai. E só vos digo, somos um cacho e somos bonitos, somos a Terra e o Sol, somos o Norte e o Sul, mas ninguém nos tira isto: somos muitos e somos grandes amigos.

(não me lembro de ter tirado esta última foto. Quer dizer, lembro-me mais ou menos. never mind)

Anda cá Oh Caldas!

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Quinta-feira foi noite de jantar de curso.

Obviamente como era jantar apenas, eu não ia faltar as aulas (eu não falto a aulas) desse dia. Por isso, foi manhã de Lab de AC, teórica de AC, teórica de MO (blhagh!) e teórica de CDI e à tarde não fiz rigorosamente nada, aliás, para contar tudo aquilo que fiz nessa tarde tinha que cortar as pontas dos dedos em vez de as contar (perceberam?! Ahah sou tão mau a fazer piadas). Chegou o final da tarde e a primeira paragem da caravana era o Jorge, um café no Arco do Cego onde o pessoal se reúne todo antes de dar o primeiro passo do jantar, a Ginjinha. Antes de sequer irmos à ginja fomos passar pelas casas do pessoal para distribuir as malas e todos os tarecos possíveis.

Primeira aventura do dia: Entre a casa da Sandra (na Estefânia) e os Anjos há uma descida que, só de si, estava atolada em trânsito (que coisa tão invulgar no centro de Lisboa); ora, como mau peão que sou, atravesse uma rua que tinha o sinal aberto para os carros e fechado para nós, mas que mesmo assim consegui atravessar à vontade porque estava cheia de carros parados e só tinha um espacinho para um carro passar à tangente. Ora, eu ia com a Sofia mais atrás a conversar e passei ao lado dela e houve ali um momento em que eu olhei para um táxi que se preparava para atravessar naquele espacinho pequenino e desvalorizei porque achei que ele fosse desistir dessa triste ideia. Assim que dou passagem à Fia e vou atrás dela e tiro a perna que estava mais atrás para continuar o meu caminho, o taxista acelera brutalmente e raspa-me a perna. Nunca tinha estado tão perto de ser atropelado por um estafermo ao volante, não é bom e tive um seguimento de suores frios nada bonitos. É claro que soltei audíveis e escabrosas palavras feias contra o taxista, teve de ser, sou humano e os humanos reagem assim.

Segunda aventura do dia: Quando já estávamos no Rossio e nos dirigíamos para o McDonald’s, eu ia calmamente on my way com a Fia (again kid) e, de surra, aproximou-se um gajo com péssimo aspecto de nós e abriu a mão e nela estava um pequeno pacotinho que deduzo ser de droga (não podia ser de mais nada! Havia de ser do quê? Chocapics? Chocolates?)…e tudo isto sem ele ou nós soltarmos qualquer palavra! Ele simplesmente vinha na direcção oposta a nossa e estendeu a mão, nos olhámos e seguimos em frente e ele também. Uns momentos mais tarde, fez exactamente o mesmo ao resto do grupo que vinha mais atrás.

Quanto ao resto da noite, só digo que foi bonito e que me fez tamanha lavagem ao organismo. Ginjinha + Oh! Caldas + tentativa de Bairro Alto culminou numa ida para casa as 3h e pouco da manhã…ainda consegui dormir algo como 2 horas e umas migalhinhas. Sexta-feira estava prontíssimo (NOT!) para as aulas, com um excelente dia de Sol e com um bonito par de óculos de Sol à frente dos olhos. Mas vá, nessa tarde ainda me aguentei em três palestras do SINFO (Semana da Informática do IST), ainda que na primeira tenha fechado os olhos por alguns (longos) períodos de tempo. Anyway, respondi bem à ressaca até! :D

Quanto ao que se passou durante o jantar…bom, não é que não me lembre porque lembro-me perfeitamente! Mas, como sempre, só os envolvidos é que sabem do que se passou, só os que lá estiveram podem contar e não seria muito bonito detalhar tudo o que se tinha passado. Só tenho a dizer…ainda bem que esta noite aconteceu! Mesmo mesmo :)

Quem já tiver as fotos do Jantar que as rode por mim! :D

Rinocerontes roxos

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Querem ver as imagens de marca do fim-de-semana? Por favor, cumpram este pedido. Apelo-vos…nem eu gostava de levar com uma mijadela na cabeça!

Estive tanto tempo para fazer um post sobre o fim-de-semana, com rodeios e mais meios rodeios que perdi a vontade de escrever sobre ele. Assim ficam as fotos recheadas de carga emocional, que valem muito do fim-de-semana e que não revelam nada dos locais onde tivemos. Pode ser?! Aceitam?

Sinceramente? Apesar de os pioneiros terem sido os pioneiros, de ter sido o grupo que foi, nunca tive tanta vontade de chegar a um fim-de-semana para poder andar com o lenço vermelho, para poder mostrar à comunidade que sou caminheiro e que temos um grande grupo, com quem podemos fazer grandes coisas quando iluminados pela luz da inteligência! Adoro-vos pessoal! Mesmo! Obrigado Barata por nos teres recebido em “tua” casa, obrigado Barata, Joana e Bruno e pelo chouriço assado, pelo chá de folha de laranjeira (bem! E que moca! Que risada!), sei lá…obrigado por serem as pessoas que são connosco! :D

(Barata, desculpa desiludir-te mas o teu edredon tinha tudo menos rinocerontes roxos! Ah ah ah :P )

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