#Dia 6: “AíHáMontes de Caramelos”

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Desdobrando o título, Aí há montes de caramelos. Esta frase é um trocadilho que foi criado com o nome da cidade Ayamonte. É uma pequenina cidade no sul de Espanha, na fronteira com Vila Real de Santo António. É do género vila piscatória, onde o marisco se mistura com as tapas e que, diga-se de passagem, eu adoro esta pequena vila, porque tem uma data de ruas e ruelas que se cruzam umas com as outras e que cada uma tem o seu encanto! Pronto, já perceberam que me encontro pelas terras de El Rei Juan Carlos e vou aqui estar por mais uns diazinhos e a verdade é que aqui há mesmo, MONTES de caramelos (quem desejar alguns é só deixar um pequeno comentário a pedir! Depois vê-se o que se pode fazer por vocês…).

Mas começando pelo ínicio do dia, digo-vos que hoje comecei o dia com um banho de mar lá pelas 9h30. Isto de estar num barco realmente tem este luxo: queres mergulhar? Dás dois passos e pimbas, estás lá dentro! (revelarei a foto mais abaixo a tentar molhar a “nadadora-salvadora” que mais uma vez tentou prestar auxílio!) Depois disto, houve uma viagem desde as 10h até às 15h (portuguesas…) para chegar até aqui. Devemos fica aqui uns diazinhos e se tudo correr bem, voltamos para trás até à Culatra ou logo para Portimão, mas ainda não é certo.

O que é certo é que agora vou comer Caramelos e depois relatar-vos-ei o belo sabor. Hmm, já me estou a salivar! :D

 

Em princípio ainda postarei uma foto aqui de Ayamonte agora à noite.

 

Até Amanhã!

#Dia 5: Cão-nadador-salvador

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O dia hoje começou cedo, por volta das 9h30 da manhã, prontinho para ir para a praia. Esta praia é seguramente das melhores onde já estive porque é do estilo praia privada, onde não há mesmo ninguém na praia e a água é soberba! Ah, e não há algas! E desta vez íamos à caça da conquilha, artilhados com ancinhos e pás. E como se o “triunfo” de ontem não bastasse, desta vez apanhámos o quê? Nada! É claro que apercebemo-nos logo que os bichos andavam literalmente a gozar com a nossa cara e dedicámo-nos a lagartar ao sol!

O que eu acho fantástico é que cada vez mais há cães que sofrem a valer…por praias inteiras! Isto porque a Mogui, a cadela Labrador preta (aquela que estava a defecar “no copo” da minha prima”) dos meus tios tem instintos de nadador-salvador e não descança enquanto vê gente dentro de água, então “pega nas patitas” e vai ela mesmo buscar-nos lá dentro. Mas aí é que a “porca torce o rabo” pois ela apercebesse que todos estão a salvo e então dá meia volta e sai…mas nem assim descança! Já está a olhar pelas crianças do lado e a zelar por elas!

Outro facto bastante interessante (será?!) é que, apercebi-me que a escravatura ainda não acabou, pelo menos até à hora da foto que se segue em baixo.

Ainda a relatar sobre este dia temos um pequeno contratempo mecânico: assim que vinhamos à noite da praia com o cão, depois de ter o seu momento em que a mãe-natureza apela, o motor do bote vai a baixo. Remar contra a maré é que está a dar…nunca uns 100m foram tão difíceis de fazer de barco!

Este é o úlimo dia que estamos aqui ao pé de Olhão, visto que amanhã vamos até Espanha – Ayamonte.

 

 

 

 

 

 

 

 

Até Amanhã!  

#Dia 4: “Vou à Pesca! =D (…) Venho da Pesca… =(“

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Deixem-me só fazer um pequeno a parte antes de começar o meu diário de quarto dia. Após leitura atenta dos meus diários “blogais” por parte da minha família, todos os membros presentes incidiram na mesma crítica construtiva (prefiro ver as coisas por esta óptica…) de reformular a frase “férias num barco” para férias num veleiro”. Isto porque já gerou alguma confusão na plateia, entre cacilheiros e tudo o que flutue.

Tal como havia referido no último dia do meu “diário de bordo”, hoje ainda estaria na Culatra. E já há quase que um ritual que diz que quando aqui vimos, há pescaria na certa! Tanto faz o que se pesca: choco, polvo (que, deixem-me que vos diga, não é nada agradável de se ver matar. Com uma facada ali mesmo no meio dos olhos e depois tem de se virar a cabeça ao contrário…nojento não?!), conquilhas e mais uma parafernália de seres vivos que possam habitar abaixo do nível médio das águas do mar. É claro que depois há coisinhas que eu não gosto mesmo, aliás, DETESTO…algas; aquelas da espécie Algus Irritanctis não suporto mesmo. A parte disso, estou aqui para vos revelar o resultado da pescaria. Façam ribombar os tambores..prrrrrrrrr:

1 LINGUEIRÃO!

Agora percebem o porquê do título da folha de diário de hoje!

À noite, como se não houvesse mais nada para fazer e como se tem de poupar na luz e na bateria, houve alguém que detectou tecnologia em barco alheio…uma televisão! Mas como não estava ao alcance do olho humano, há uma invenção fantástica que o permite fazer…os binóculos! Apreciem…

Outra coisa que gostaria MESMO de partilhar convosco é o imenso jeito que o meu tio tem para inventar “temas” e desenhá-los na hora nos copos (de plástico)! Foi no #Dia 2 à noite que se decidiu marcar os nossos copos, então sacou da caneta e personalizou cada copo que, diga-se de passagem, estão brilhantes.

Fiquem então com a foto dos copos.

 

 

Da esquerda para a direita, de 1 a 6:

1 – Copo do Tio – o Skeeper, comandante, pessoa-competente-nas-viagens, whatever!

2 – Copo da Tia – a suposta “bruxa”

3 – Copo da mãe – a enfermeira

4 – Copo da prima – a futura veterinária da família (aquilo é um cão a defecar…sim!)

5 – O meu copo – MADONNA e o seu soutien de cones xD

6 – Copo do irmão – o futuro “Violador” da família

 

Até Amanhã!

#Dia 3: “Chamem a polícia (…) Que Eu não pago!”

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Antes de vos explicar o porquê de ter uma música dos Trabalhadores do Comércio no título, deixem-me que comece pelo início.

Hoje era o dia da saída, que eu esperava que fosse radiosa, com o sol a brilhar e tudo mais. Acontece que isso não aconteceu (passo a redundância)…estava um nevoeiro desgraçado e não se via, praticamente, um palmo à frente do nariz. E como a viagem de Portimão até à Culatra ainda é um esticãozinho, fui dormir e acabei por não ver os golfinhos como tinha visto no ano passado e só acordei praticamente ao pé de Olhão. A verdade é que assim a viagem passou bem mais depressa, mas acordei com uma nauseasinha na pontinha do estômago. Por falar em ficar “verde”, aproveito para desmentir que se não dorme bem a bordo…dorme-se até muito bem, porque se aproveita o embalo do barco e cai-se para o lado!

Agora o porquê do título: estávamos nós já dentro dos molhes da Culatra, quando passa por nós uma lancha atulhada de gente. Devo lembrar que uma lancha não é muito grande e no máximo leva 8/10 pessoas. Pois que dentro dela iam cerca de 20 macacos, quando alguém teceu o comentário: “Era bom que agora aparecesse a Polícia Marítima e lhes espetasse uma multa!”. Bem dito, bem feito; 5 minutos depois passa a Polícia numa lancha substancialmente maior que a outra e a faz parar, depois de uns dos macacos terem acenado discaradamente para a polícia! Chicos-espertos hein…

À noite ainda tentámos a pesca do choco e do polvo, ou melhor, basicamente de tudo o que mordesse o isco!

Em relação aos próximos dias, não sei se continuamos cá. O que é certo é que amahã há um post ainda aqui na Culatra, provavelmente sobre Lingueirões, conquilhas e afins!

 

#Dia 2: O sacana das águas quentes

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Ainda ontem cheguei aqui a Portimão e já consegui acabar o Amy Amy Amy. A verdade é que apesar de ter lido tanta escandaleira sobre Miss Winehouse, eu continuo a adorá-la, à sua voz arrepiante e não me importo de estar sempre a falar dela! Falando agora de coisas mais sérias e mais credíveis, aproveitámos que não íamos sair daqui da marina e fomos à Praia da Rocha. Eu gostava de apanhar o sacana que teve a coragem de dizer que as águas algarvias eram minimamente quentes, para lhe poder dar um sova!

Da parte da tarde, foi altura de exercitar os bíceps com uma sessãod e remo aplicado! Foi também altura de juntar os tarecos todos e arranjá-los para prepararmos a saída de amanhã, em princípio para a a Ilha da Culatra (sim, igual à parte de trás da arma…a culatra da arma!), pertinho de Olhão. Normalmente costuma ser bastante engraçado, excepto nos últimos anos que está sempre aqui uma rabanada de levantar as saias (não as minhas, claro!).

Actualizando um pouco do conteúdo de ontem, não foi hoje ainda que experimentei a aceleração gravítica nula, o gelo duro como o raio e toda a panóplia de coisas que advêm de uma pista de gelo. Não fiz isso mas comi uma fartura à Rubira! Atenção…à RUBIRA! É só dizer que quem as fazia e quem as vendia eram duas criancinhas, que estavam sozinhas na roulote das farturas! Claro que deu para o torto e a miúda entalou-se na pinça de agarrar as farturas…e chorou a bom chorar.

Foi um dia mesmo para aproveitar o Sol e “lagartar”… 

 

#Dia 1: Arriverdeci Lisboa!

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Durante os próximos, sensivelmente, 10 a 12 dias eu estarei em contacto com o mundo e com os meus estimados, afeiçoados e outros-que-tais-adjectivos leitores a partir do meu blogue. Uns fãs pediram para que fosse o mais assíduo possível na escrita e assim acedi a esse pedido com todo o prazer. É claro que não estarei aqui 24 sobre 24 horas mas ao final de cada dia (de 3 a 17 de Agosto) brindar-vos-ei com um pequeno post com um “Q” de resumo. Este chega com um dia de atraso, derivado do cansaço sentido pelos presentes no local. Todos os dias acompanharei cada texto com uma fotografia tirada por mim – ou não – que vai ser aquela que eu considero mostrar melhor o meu dia

Foi ontem que saí de Lisboa e vim até ao Algarve. Eram quase 15h quando saímos, por isso chegámos eram umas 17h30 (com paragem incluída). Devo salientar que não estou em nenhum hotel mas sim num barco, por isso é a altura do ano inteiro que eu considero propícia à leitura. Já a pensar nisso, vim “atrelado” com o meu livro da Amy Winehouse que ainda não tinha acabado por causa dos exames (e também por haver sempre alguma coisa melhor para fazer! xD) e trouxe mais um: O Último Anel, de Kiril Yeskov que, diga-se de passagem, é um calhamaço com miudezas de letras! Mas ao menos vou-me entretendo. Aliás, já no ano passado li o Harry Potter and the Deathly Hallows em inglês e que também era um pequeno calhamaço, sem contar com os Anjos e Demónios de Dan Brown. À parte disso está uma descoberta que fiz imediatamente assim que cheguei aqui à Marina de Portimão: Farturas, Karting e Pista de Gelo Natural (“Venha Patinar Connosco!”). Será desta que vou perder a virgindade de patinagem do gelo? Espero bem que sim! Não havendo muito mais a dizer sobre o dia de ontem, resta-me dizer que foi um dia, humm, pesado…

 

 

…se é que me faço entender!

Lisboa Menina e Moça

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Durante uma viagem a Lisboa na passada sexta-feira, 1 de Agosto, apercebi-me que esta pequena Grande cidade continha material suficiente para me render um post dos ananáses (não literalmente! Não vos vou falar dos inúmeros ananáses e abacaxis que se vendem no Mercado da Ribeira e outros).

Comecei por sentir uma enorme vontade de ir laurear por Lisboa, Lx, Lixbuna, Lissabona ou aquilo que lhe quiserem chamar. Acedi à net como faço em tantas outras alturas do ano e encontrei um museu, algo palpável, que eu há algum tempo queria visitar…o Museu Nacional de História Natural. Fica ali pelas ruas em traçado Ortogonal desenhado pelo Marquês de Pombal – que na verdade de chama Sebastião – entre o Rato e o Príncipe Real. E a viagem de Metro até lá fez-me lembrar “Os Maias”, o desfile de ícones e a simbologia de cada um, aquilo que cada um representa nisto que acaba por ser um jogo, que é a vida. Passaram por mim o atraso de vida, a pasmaceira e a mulher que conseguiu estabilizar no tempo: roupas, óculos e penteado ficaram como que estáticos no século XX, anos 90. Vi passar por mim a ostentação, a paródia e comédia que um chunga pode representar em Lisboa: brincos brilhantes, brincos de ouro que na verdade, é falsificação e ainda os múltiplos telemóveis com música de “fazer café” aos altos berros (música de fazer café é aquela que tem sempre o mesmo ritmo…kisomba! Ora experimentei lá dizer isso com ritmo calmo…). A verdade é que assim que sai do metro, do modernismo e comodismo, vi uma Lisboa velha, uma Lisboa pútrida e que cai aos pedaços com o correr do tempo. Aquele brilhantismo de outras épocas, do tempo em que o “Rossio cabia na Rua da Betesga” perdeu-se pelas paredes de prédios de varandas verdes e pelas linhas dos elétricos que agora apenas são um empate na via.

Mas acho que as pérolas da cidade são mesmo as 7 colinas, que se erguem por entre o bonito emaranhado de prédios da baixa, as ruas e ruelas mais apertadas. Os inúmeros mapas, miradouros e jardins descodificam este quebra-cabeças citadino. Eu sou capaz de classificar esta cidade como uma cidade camaleão, que se transforma do dia para a noite, de rotineira a cheia de vida.

As ruas cheias de turistas, os pintores de rua, os homem-estatua, os homens das cautelas da Santa Casa e os assadores de castanhas durante o Outono são os que devolvem algum brilho à cidade que cresceu com eles…

É por isso que gosto de Lisboa, o misticismo que mora em cada pedra da calçada que outrora vira passar ditadores, reis e príncipes e que agora estão gastas mas que têm uma vida imensa! É assim que vejo Lx, que adoro Lisboa e que não me via noutro sítio que não Lixbuna!

 

A saga Sticky & Sweet

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Já era de conhecimento público e além fronteiras que eu queria MESMO ir ao concerto de Miss Madonna aqui em Lisboa e que estava disposto a fazer o que fosse preciso para conseguir um ingresso mágico. Até que me foi informado que haveria duas rádios a oferecerem “convites” (bilhetes não, convites!) para o concerto. Não estão a ver o alvoroço que foi assim que soube desta oportunidade! Foi “ouro sobre azul”; claro que pus as minhas tropas mais próximas a mexer, pois não podia perder este maravilhoso concurso! Desde já um primeiro agradecimento: Pai e Vânia e Mãe pelo suporte financeiro das chamadas. Chicoteem-me assim que virem a minha parte da factura mas tenham piedade. I am just an young boy trying to feed his dream! Sabem que já começo a sentir as orelhas quentes…por favor tenham misericórdia! E tenham em conta que tão depressa a Madonna não vem a Portugal, por isso descansem! xD

O que é certo é que eu tive um AZAR (sim azar…) desgraçado pois estive por duas vezes a UMA CHAMADA do bilhete! Eu cheguei a ter um telefone em cada ouvido para ver se conseguia números seguidos! A verdade é que isto se tornou numa verdadeira saga da caça ao bilhete. Houve uma altura em que a contagem avançava 2 chamadas por cada vinte minutos, por isso desisti e decidi “arrumar as botas”. Até que chego a casa e experimento fazer uma chamada para fazer o ponto de situação e dizem-me que faltam 108 chamadas, e eu penso para mim: “Epah ó Paulo não sejas panasca! Não desistas porque ainda podes ganhar!”; tendo em conta que era de 200 em 200 chamadas que ofereciam um convite (e não bilhete) e que quando chega o patamar das 50 chamadas a faltar, a malta do pais inteiro liga com a pica toda, até estava bem posicionado! 10 minutos mais tarde, faltavam 20 chamadas….então comecei a apertar, outra vez com 2 telemoveis nos ouvidos. Eu ouvia numa orelha “Faltam 2 chamadas para ganhar um bilhete”, na outra “Falta 1 chamada para ganhar um bilhete” e à minha frente alguém grita “GANHEI GANHEI GANHEI!”. Esse alguém (a quem eu devo desde já fazer o segundo agradecimento incondicional!) foi o Diogo. Tá descançado rapaz que quando os Guns’n'roses vierem cá a Portugal, eu ganho o bilhete por ti e dou-to concerteza! A verdade é que ele só o cedeu quando eu propús um negócio, aliás, dois negócios que passarei a apresentar: Eu ficar com o bilhete ao comprar-lho pelo preço do bilhete real OU Eu ficar com o bilhete e comprar-lhe um jogo para a Playstation3. O que é que escolheu? A segunda chance! Acabei mesmo agora de desembolsar 70 euros!! Ao que eu me sujeito para não perder mesmo o concerto! Mas felizmente tudo acabou bem…eu com o bilhete – que ainda não detenho mas que brevemente o terei em minha posse – e ele com o jogo da PS3! O que é certo é que já ninguém, mas mesmo NINGUÉM, me tira as 2h de dia 14 de Setembro que vou passar no Parque da Bela Vista ao som de Madonna! À semelhança daquilo que a Susana fez no blog dela, de um post de adulação completa à RFM e ao seu patrocínio à Festa do Panda, eu só tenho uma coisa a dizer…

GRANDE M80!!

(brevemente farei uma cópia do bilhetinho e postarei-a assim que possível!)

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