(Bom e parece que ao fim de algum tempo alguém se dignou a responder às minhas preces e aceitou escrever uma crónica alvitrada para o meu blog. Hoje mesmo foi me entregue “em mãos” um artigo digno de post. Desta vez quem calhou na rifa foi mesmo o Prof. de Física e Química A. Como será de suspeitar será uma crónica com uma pitada de ciência, que hão de notar que é uma pitada bem servida! Bom, mas deixo-vos com a crónica para que possam deixar de roer as unhas.)
(Outro conselho é que leiam a Crónica Alvitrada: Banda Desenhada - Factos Estranhos e respectivos comentários, para que melhor compreendam o porquê deste post!)
“Desta vez calhou-me a mim ficar “entalado” com o pedido de uma “crónica alvitrada” feito pelo Paulo. Claro que, apesar de me apetecer bater-lhe pelo motivo que ele sabe, não consegui dizer-lhe que não (como é que ele consegue?).
Lembrei-me imediatamente de uma frase que tinha visto numa crónica anterior: “Onde já se viu terem medo que o céu lhes caia em cima?”. Parece-nos tão ridículo, agora que sabemos que o “céu” não vai cair… mas, por outro lado e porque não sabiam, imaginem o prazer que daria aos gauleses verem, noite após noite, que as estrelas não tinham caído!
Claro que, na actualidade, ainda podemos encontrar muitos exemplos parecidos porque os pares saber / não saber são eternos. Tão eternos como o eterno brilho dos eternos diamantes.
Diz quem sabe que esse brilho se deve à reflexão total da radiação electromagnética na superfície de separação diamante/ar por o primeiro ter um índice de refracção maior que o segundo e a luz incidir nessa superfície segundo um ângulo superior ao ângulo crítico. Além disso, como se dá maior refracção das radiações de maior energia, o feixe incidente vai separar-se nas suas componentes tornando-se visíveis várias cores. Para quem não sabe, é como se o arco-íris estivesse dentro do diamante!
Diz, também, quem sabe que a grande resistência do diamante se deve ao facto dele ser constituído por átomos de carbono (pois é… como o carvão…) que sofreram uma hibridização sp3 e se ligaram a outros quatro átomos de carbono por ligações covalentes do tipo s formando uma estrutura macromolecular tridimensionar. Quem não sabe vê num diamante uma pedra eternamente bela.
E agora vem a “fatal pergunta”: to know or not to know?
Se, por um lado, o saber é um bem precioso que nos torna mais capacitados (e, diga-se de passagem, dá um grande prazer), por outro lado faz-nos perder a magia inocente do não saber.
Para mim, por um lado, a curiosidade de saber explicar é muita e não descanso enquanto não sei, mas, por outro, é um verdadeiro deleite olhar para as estrelas e ver que continuam ali e não cairam. O melhor é mesmo saber o máximo possível e, ao mesmo tempo, não deixar que esse saber nos impeça de apreciar a magia de cada momento. À “fatal pergunta” responderia: to know and not to know!”
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Crónica fabulosa!!
Desculpem…não consegui ler tudo :$ Também, metem-me FQ à frente a meio dumas férias que há tanto ansiava, precisamente para esquecer dores de cabeça como FQ! (isto não quer dizer que não goste da disciplina…gosto muito…mas…pronto…o Paulo percebe ^^)
E é bom ver que afinal tenho importância neste blog sem ser o alvitre mais longo…afinal também gerei polémica com a minha crónica!
E também sem o porquê de o Prof. de FQA querer bater no Paulo…não tens vergonha…nem com as minhas “explicações” conseguiste tirar uma nota decente! (entenda-se nota decente algo superior a 15…na minha opinião é a única maneira de uma nota ser decente!)
E após um momento doloroso de recordação da escola e que já passou paí um mês desde o final das aulas, o que significa que já só restam dois meses, vou sair para ver se vou para a praia esquecer que li isto ^^ (Bah, ainda podiam ter posto duma matéria da FQ gira…Tipo compostos orgânicos, forças e isso ^^)
Kiss @
Paulo, caso não percebas….122 xD Acho que assim já percebes.