• Quem é o Paulinho?

    Quem é o Paulinho? Realmente, é uma boa questão! Dizem que é um rapaz apaixonado pela vida, obcecado pelos seus amigos, adorador de música e amante da escrita. Os seus objectivos de futuro...isso nem ele sabe ainda! Ele sabe que a vida é efémera de mais para se fazerem planos a longo prazo. Adorava um dia poder ir fazer uma viagem à volta da Terra. Tem uma boa-disposição de espírito fantástica, não se chateia com ninguém (por muito tempo, convém dizer), simpático e amigo. Dizem que sou querido mas não sei onde é que vêm isso! Deve ser na ponta dos cabelos ou então do nariz, pois no fundo no fundo sou um individuo como outro qualquer, que come gomas de forma grosseira, que se ri alto e diz asneiras quando é preciso (já roçamos o limiar da má-educação e falta de higiene!). Tenho uma obstinação enorme pela Madonna e acho que os anos 80 foram sem dúvida a melhor década de sempre! Palavras para quê!? As palavras são o espelho da alma...leiam!
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É Frequente…

Esta semana não há single da semana porque…

…tive testes (frequências)

…tive trabalho de laboratório para preparar

…tive um mini-teste de CDI

…não me apetece escrever muito

Esta semana não há posts porque…

…estou cansado

…estou ensonado

…estou mole

…estou com a preguiça

…tenho que ler a história de S.Paulo para apresentar as provas para a Promessa de Caminheiro

Para a semana escrever-vos-ei sobre…

…a musiqueta semanal

…coisas que sejam pertinentes e que serviam para achincalhar um bocado

E não, não é frequente eu estar assim. Mais um ponto para o IST. Score actual? Paulinho 2 – IST 200

É pinga da boa!

Gente! Tive o meu primeiro acampamento de Clã! Fizemos aquilo que se chama de “Flash Camp”. Decidimos na semana passada, a seguir a uma tarde de Paintball, que apesar de o agrupamento estar fechado devíamos fazer alguma actividade em grupo, quanto mais não fosse um café para nos vermos todos! Com isso íamos também conciliar um tempo que precisávamos para falar sobre alguns assuntos pertinentes, tipo actividades de clã, actividades de agrupamento, ideias para projectos, provas e promessas. Trocámos mails durante toda a semana e achámos que um acampamento era algo que toda a gente queria muito fazer (já é uma espécie de integração no Clã fazer todos os anos um acampamento mais intimista e fechado logo no principio do ano escutista). E foi assim que ficou acordado: sábado encontrava-mo-nos na sede ao início da tarde e na altura decidíamos qual seria o nosso destino. Claro! Com algum bom senso!

Sábado ao início da tarde lá estavam os que iam acampar, à porta da sede. Estivemos a dar alguma ajuda no corte dos mosaicos para podermos ir pô-los no chão a meio da semana (eu, o cimento cola e o chão desenvolvemos uma relação de perfeita simbiose! O cimento cola já vai na parte de me comer os dedos e os deixar em carne viva) e entretanto íamos também ponderando os vários sítios onde podíamos acampar/passar a noite. Foram sugeridos sítios como o Moinho (mítico no Sobral de Monte Agraço), Ericeira, Arrábida e Lagoa de Albufeira, por minha sugestão. Acordámos que queríamos algo perto da praia e onde não fizesse frio: Arrábida e Lagoa de Albufeira. Arrábida tínhamos que pagar e Lagoa de Albufeira não; Arrábida é mais resguardado pelas arribas, Lagoa de Albufeira não. Escolhemos a Lagoa de Albufeira! A caminho passámos pelo Almada Fórum para comprarmos coisas para o nosso jantar: 2 kg de Esparguete, 11 latas de atum, pacote de maionese e sal e ‘tá feito! Seguimos para os lados da Lagoa, não sem antes nos enganarmos e meter-mo-nos para a Ponte 25 de Abril de novo e termos de vir a Alcântara dar a volta.

Já lá, fomos em busca de um sítio sossegado para podermos fazer o nosso jantar sem ter muita mitralhada e cuscuvilheiros à nossa volta. É aqui que temos a nossa primeira aventura: quando chegámos a onde queríamos, chega-se perto de nós um grupo de jovens um tanto duvidosos e a olhar imenso para nós e achámos por bem ir lá, abordá-los, mostrar que vínhamos em paz e se eles precisavam de ajuda com alguma coisa. Quando damos por nós estamos a empurrar o carro dos rapazes porque não pegou o dia todo! Ao menos não foi nada de mau; também não fazia mal porque logo atrás vinha um senhor de todo amável a oferecer-nos lugar para ficar, que tinha cães de guarda, era um terreno ainda bonzinho e que podíamos lá ficar que estávamos resguardados e ele estava lá se fosse preciso alguma coisa. Não aceitámos porque, para já era alguém que não conhecíamos e depois não queríamos abusar do homem; ainda assim ele não desistiu e voltou e trouxe o neto dele para ver os escuteiros e ver como nos desenrascávamos e como fazíamos esparguete em plena rua, protegidos por dois carros! Depois do neto, veio também a mulher! Depois do neto e da mulher, veio a garrafinha de Vinho do Porto! Ah Oui oui! O senhor viu que não tínhamos nada (à vista) para podermos beberricar durante a refeição e gentilmente diz “Vocês gostam de vinho do porto? Ora então eu vou ali buscar uma garrafinha por abrir para vos dar. É pinga da boa, vem lá de cima do Douro mesmo!”. Era de extremo mau tom recusar tal oferenda, o sangue do Senhor! Ainda houve direito a dança do “Damboulá!” com o vinho na mão (quem conhece, percebe :D ). Findo o jantar, fomos para o café para beber café (uau!) e também dar inicio à reunião; Estivemos lá até o café fechar. Próxima paragem? Praia! O nevoeiro tinha desaparecido e a lua iluminava todo o areal e estava prestes a concretizar um sonho: passar a noite numa praia com um grupo de amigos com uma fogueira. Só não fizemos a fogueira, por isso fica para segundas núpcias. Fomos à procura de um lugar resguardado e encontrá-mo-lo! Estava quentinho e tudo lá! Pegámos na comida, no vinhinho do Porto do senhor, sacos-cama, esteiras, cartas e apontamentos da reunião e continua-mo-la ali pela noite dentro. A cada actividade que passa mais me surpreende a vivência em Clã porque parece que sempre fomos um grande grupo de amigos e que nos conhecemos de nascença. Este fim-de-semana deram-se dois passos em duas caminhadas diferentes e paralelas: o da Promessa e o do companheirismo. No da promessa apresentamos ao Clã o nosso PPV (plano pessoal para a vida), no qual falamos das expectativas de futuro a nível pessoal e de trabalho. Isto está intimamente ligado com o caminho paralelo que, ao expor-mos assim as nossas expectativas é um voto de confiança muito grande que é ali depositado. Digo-vos: grandes coisas foram ditas ali, grandes confissões, estamos muito unidos agora. Acho que assim na globalidade, se juntar todos os minutos que fechei os olhos, devo ter descansado as pálpebras 20 minutos! Mas vale a pena, desde que estejamos todos juntos e que nos sintamos confortáveis uns com os outros.

A meio da manhã chegou cada um a sua casa. Fazendo as contas de mais um fim-de-semana e a soma total do que já decorreu, temos todos um saldo muito positivo a contar. Companheirismo ao máximo! :D

Banda Sonora do fim-de-semana: esta mulher já se tornou é na banda sonora do Clã! Joana! O cacetete.

Clã FTW!

Review: This is it

Se havia momento que toda a humanidade há muito ansiava era este. Se havia homem que toda a gente conhecia era este. Se houve morte que toda a gente comentou, foi a morte dele.

Estreou na quinta-feira passada o filme This is it, homónimo da digressão de trinta concertos que Michael Jackson estava a preparar para apresentar em Londres, na O2 Arena. É também homónimo do inédito que foi revelado há um mês, que podem ouvir aqui ou então no decorrer da ficha técnica do filme.

Durante cerca de duas horas de filme são mostradas imagens exclusivas do interior do Staples Center, CA, local onde estavam a decorrer os ensaios para a tour. É o resultado de centenas de horas de gravação, compilado em 95 minutos, produzido por Kenny Ortega, produtor de outros filmes como Dirty Dancing ou High School Musical 2. Era também quem estava a realizar e coordenar em conjunto com o próprio Michael Jackson os ensaios. São nos mostradas imagens dos ensaios de todas as músicas, cenas do casting altamente rigoroso, gravações em Cromakey de vários separadores (e que separadores meu Deus!) e muitas outras coisas que não posso dizer porque estrago o efeito tchanan do filme e porque sei que há gente que lê o blog que vai ver o filme dentro de pouco tempo!

Cenas preferidas? Thriller, Smooth Criminal, Heal the world e Man in the mirror. Ah! E a ficha técnica, a única que até hoje me prendeu à cadeira da sala de cinema. E digo-vos, não saiam logo! Perdem ainda um bocado de filme!

O único podre e que nem sequer está directamente relacionado com o filme é o facto de a versão 3D não ter vindo para Portugal. Alguém me pode dar uma razão lógica para que isso se tenha sucedido? E parece que para tentar tapar essa falha gigante, colmatam com uma versão digital! Entre a versão normal e a digital, vejam obviamente a digital: perdem mais uns cêntimos e ganham em qualidade de imagem, não têm falhas de fita. Contudo, a versão digital continua a não dispensar intervalo, algo que ninguém quer quando está a gostar mesmo do filme…ainda por cima sendo um filme com teor musical, sabe-se que o intervalo vai ter de cortar sempre a meio uma música e acrescentar-lhe sete minutos extra de “espaço em branco”!

Se gostam de MJ, então este é o filme que vos vai fazer ir ouvir tudo de novo. A mim tem sido assim: vi o filme na quarta-feira à noite e desde então acabo sempre por ouvir o Greatest Hits dele, em conjunto com o Greatest Hits dos Jackson 5 (como eu gosto do “ABC” e o “The Love You Save”).

Classificação? 10 em 10, sem dúvida alguma.

Trailer?

Crónicas alvitradas: “Transportes equacionais”

(A Fia foi a vítima mais recente da minha vontade de ter alguém a escrever para mim. Pedi-lhe há duas semanas atrás para me escrever algo, estilo completamente livre, soltar a franga literária e como ela já tinha tido um blog achava que a coisa até era capaz de resultar bastante bem. Já agora, este é o blog dela; ela gosta de fazer amigos e tem dois peixes na barra ao lado que podem alimentar. Matem o Elvis Peixoto com comida e tomem especial atenção ao Arroz de Tomate. Publicidade, Fia, é cobrada à saida! :D )

A convite do Stee, falo-vos hoje sobre meios de transporte.

Estava eu a sair da estação do metro na Pça. de Espanha quando me deparo com o seguinte anúncio:

carris_1

À primeira vista (e à segunda também), o anúncio da Carris parece cativar realmente os peões. Passaram então duas pessoas que, sob o meu olhar atento, não só pararam como também sorriram para o “slogan”. E deva exprimir-se por palavras as imagens: “Pessoa mais autocarro igual a menos carro menos um carro”. Se pelo símbolo “- carro” a pessoa não percebeu bem a Carris esclarece: “menos um carro”. Ou será que a Carris queria dizer menos dois carros? Será que a empresa não sabe que cada pessoa só pode conduzir um carro? Hein?

Mas é certo que os transeuntes não ficaram a matutar na igualdade. Pelo contrário, eu, como pessoa que divaga por vezes um pouco exacerbadamente, fiquei a espremer o assunto por mais uma meia horita.

A partir da igualdade inicial e, pelas regras matemáticas que temos vindo a aprender, obtive então, primeiramente, a seguinte equivalência:

carris_2

Mas esta equivalência não faz qualquer sentido. É claro que aqui a igualdade seria, em termos lógicos (e não matemáticos puros):

carris_3

Isolando a pessoa num dos lados da igualdade, partindo novamente da primeira expressão, obtém-se:

carris_4

Desta forma eu alerto para os acidentes de trânsito. Pois é meus caros! Um autocarro em choque com um carrito (leia-se o “+” desta expressão como “choca com” (ui, que matemática pura)) e lá se vai uma pessoa.  Assim como:

carris_5

“Uma pessoa choca com um autocarro choca com um carro é igual a zero”. Esta é definitivamente a forma canónica da questão. Dos acidentes mais perigosos não resta mesmo nada. Por isso o melhor mesmo é:

carris_6

E este brilhante conjunto de símbolos significa que uma pessoa que anda a pé é igual a menos um (lugar no) autocarro e menos um carro. Ora aqui está uma pessoa saudável, que não se mete em acidente perigosos e é, ainda, amiga do ambiente. Nesta não pensou a Carris. Mas não faz mal, está aqui a Sofia a corrigir a situação.

Como com isto ainda não tinha chegado à meia hora, pensei em coisas absurdas como:

carris_7

Ora, esta igualdade, necessita de um pouco de criatividade e talvez um grande bocado de estupidez, para ser entendida na íntegra. Assim sendo, leio esta igualdade como: “Uma pessoa barra em condução automóvel está apta para conduzir autocarros” (entenda-se “barra” como: imensamente dotada para). Ok, a demência está confirmada.

Acho que vou deixar de usar Carris e passar a usar só o melhor meio de transporte: O metro! Pelo menos sobre ele a Carris não deixou qualquer mensagem subliminar.

Fia

U3

Como vos disse no último texto sobre o tema “U2″, ia tentar pela segunda vez a compra de bilhetes para o concerto dos mesmos. E tentei.

Acordei às 7h30 da manhã de sábado (já não sei o que é acordar tarde a um fim-de-semana desde que comecei com a faculdade! Outro poder do IST) para poder comer na paz do senhor e estar pronto às 8h15, hora a que a Susana me viria buscar à porta de casa para me ir fazer companhia até às 9h à porta da Worten do Continente de Loures. E assim foi! Eram 8h30 e estávamos nós todos pimpões nas portas do parque de estacionamento superior…sozinhos!! Não fazendo a festa completamente porque nos podia sair o tiro pela culatra, mas ao mesmo tempo fazendo um bocado, estávamos radiantes porque éramos pelos vistos as únicas pessoas (hipotéticamente) que sabiam daquele spot de vendas! Quando eu tenho a feliz (feliz mesmo) ideia de perguntar ao segurança que ali andava se a fila era ali em cima, ele responde “Não não, é lá em baixo. Já lá estão cerca de 60 pessoas!”. Toda a festa que podia haver desvaneceu-se em modo muito suave de fade out…ora assim em contas muito rápidas, se cada pessoa comprasse os quatro bilhetes a que tem direito 60 x 4 = 240. Aritmética fácil! O problema estava em apenas existirem 250 bilhetes para a Worten de Loures! Enquanto houver bilhetes há esperança…fui dar o meu nome para a lista de pessoas que queriam bilhete e a quantidade que desejava. Primeira huge huge huge arritmia cardíaca: só haviam bilhetes de 125€! Este era aquele preço que não estava disposto a dar! Pegámos no carrinho e fomos até ao Loureshopping, onde haviam 500 bilhetes! Woohoo!

Começa aqui uma nova etapa. Às 9h entrou um grupo de pessoas (onde me encontrava eu) para o interior do Loures; vim a descobrir mais tarde que estes grupos estavam a ser organizados pela primeira pessoa da fila e que estava lá a dormir desde a noite anterior, julgo eu pelo seu mau humor e má criação. Entrámos e juntamo-nos a uma fila que até nem era muito grande…isso julgava eu até contar as pessoas. Ora puxem lá de novo da máquina de calcular e sigam o meu raciocínio: haviam 50o bilhetes para a Worten do Loures e contabilizavam-se cerca de 100 pessoas até 3 pessoas atrás de mim. Se todos comprarem 4 bilhetes dá um resultado de 400 bilhetes vendidos. Sabendo agora que a Worten desviou 50 bilhetes desses 500 que estavam a disposição do público para “consumo interno”, sobram 450 para venda. Ora só tinha a chance de 50 bilhetes que sobravam e sabia que tinha contado de maneira amorfa as pessoas que estavam a minha frente porque não sabia quem estava a fim de comprar bilhetes ou quem estava só para dar apoio moral (excluí logo da minha lista de potenciais compradores idosos e crianças de colo). É aqui que começa a segunda huge huge huge taquicárdia: e se nem aqui consigo bilhetes? Entretanto fui metendo conversa com as pessoas que estavam atrás de mim na fila, apareceu também a Andreia e a dada altura já éramos um grande grupo de gente desesperada que trocava impressões sobre os U2, o palco, o facto de a Worten ter desviado 50 bilhetes, impressões de espectadores da Vertigo Tour aquando da passagem dos U2 em 2005 por Portugal e por ai fora. Era eu que ia sempre lá à frente para voltar com informações para a malta de trás, do estilo que bilhetes já tinham esgotado, quantos haviam, quantas pessoas faltavam e se valia a pena ter expectativas em relação a determinados lugares. É claro que também haviam aqueles que faziam pirraça quando já tinham o bilhete nas mãos e se punham a tirar fotos com eles e toda a gente aplaudia. Ao fim de pouco tempo já não existiam os bilhetes de 32€, os bilhetes com melhor visão provavelmente e os que nós queríamos. Também só existiam 30 bilhetes desses, 250 e poucos de 57€, uns 80 de 94€ e 44 de 125€. 250 bilhetes achava eu que dava para chegar lá frente e ainda haver 4 para mim (ingénuo!). Esgotaram assim que entrei nos últimos 3 metros de fila. Tempo de ligar aos pais, fazer estudos de mercado e dizer que já estava por tudo e que pagar os 94€+comissão de 2€ (fool) eram a minha auto-prenda de anos. Assim que chego à zona de cruzar os alarmes para entrar na caixa para poder comprar o bilhete riscam os bilhetes de 94€. Sai da fila e vim-me embora.

Os bilhetes esgotaram À MINHA FRENTE!! À…MINHA…FRENTE! E como aposto que a petição que está agora a correr no site da Ritmos&Blues não vai dar em nada (apesar de todo eu ser figas e não as conseguir fazer com mais força!), vou vendo o concerto que foi emitido em directo pelo YouTube directamente da arena Rose Bowl, Pasadena, CA. São duas horas 2h21m23s de concerto na integra!

Pode ser que ainda haja uma terceira data (é agora que tu, Vânia, entras por aqui a dentro e dizes aquilo que me disseste ontem ao telefone) e que eles venham até mim. É bom que sim Bono…é bom que sim!

Single da Semana – Semana XVI

Vamos fazer um teste. A combinação de caracteres que se vai seguir pode muito bem tornar este blog ainda mais famoso e pode atirá-lo para o top de sites mais vistos nos próximos meses, tudo porque a artista que hoje aqui figura é dos nomes mais procurados no Google. Garanto que não é a Paris Hilton, mas pode muito bem ser o Cristiano Ronaldo do sexo feminino nas pesquisas! Ora vamos lá ver como corre…

Quem quer ver a Miley Cyrus (alter-ego da Hannah Montana. Ou será ao contrário?) com uns incríveis calções curtos, quase com os peitos de fora e a cantar em cima de uma carrinha pick-up? Eu quero eu quero…e uns quantos mais rebarbados também! A miudinha tem apenas 16 anos e já quer a emancipação dos papás. Estás a ver Andreia? Esta sim é a o-que-quer-que-seja da Hannah Montana! Percebes agora o que os exploradores veem na Hannah Montana ou na Miley Cyrus? Uma boa voz…que por acaso trás umas pernas depiladas…destapadas…aprumadas. Whatever.

Agora o porquê da Miley Cyrus ser o Single desta semana. Pode não ser o single perfeito…pode até nem ser equiparado aos outros que já aqui estiveram, mas é esta musica que hoje me ocupou a cabeça! Ouvi-a no sábado e não me pareceu totalmente má, a questão estava em saber quem a cantava. Apesar de ser o nome que é e de me causar alguma sarna no pescoço, a música vai para lá dessa fachada e há que saber ouvir música para lá de ouvir o nome. A prova disso está aqui. Longe (BEM LONGE) do estilo conservador da Disney…

Miley Cyrus – Party in the USA

I hopped off the plane at LAX
with a dream and my cardigan
welcome to the land of fame excess,
am I gonna fit in?

Jumped in the cab,
Here I am for the first time
Look to the right and I see the Hollywood sign
This is all so crazy
Everybody seems so famous

My tummys turnin and I'm feelin kinda home sick
Too much pressure and I'm nervous,
That's when the taxi man turned on the radio
and a Jay Z song was on
and the Jay Z song was on
and the Jay Z song was on

CHORUS:
So I put my hands up
They’re playing my song,
And the butterflys fly away
Noddin’ my head like yea
Movin my hips like yea
I got my hands up,
They’re playin my song
I know im gonna be ok
Yea, It's a party in the USA
Yea, It's a party in the USA

Get to the club in my taxi cab
Everybody's lookin at me now
Like “whos that chick, thats rockin’ kicks?
She gotta be from out of town”

So hard with my girls not around me
Its definitely not a Nashville party
Cause’ all I see are stilletos
I guess I never got the memo

My tummys turnin and I'm feelin kinda home sick
Too much pressure and I'm nervous
That's when the D.J. dropped my favorite tune
and a Britney song was on
and the Britney song was on
and the Britney song was on

CHORUS:
So I put my hands up
They’re playing my song,
And the butterflys fly away
Noddin’ my head like yea
Movin my hips like yea
I got my hands up,
They’re playin my song
I know im gonna be ok
Yea, It's a party in the USA
Yea, It's a party in the USA

Feel like hoppin' on a flight (on a flight)
Back to my hometown tonight (town tonight)
Something stops me everytime (everytime)
The DJ plays my song and I feel alright

CHORUS:
So I put my hands up
They’re playing my song,
And the butterflys fly away
Noddin’ my head like yea
Movin my hips like yea
I got my hands up,
They’re playin my song
I know im gonna be ok
Yea, It's a party in the USA
Yea, It's a party in the USA

So I put my hands up
They’re playing my song,
And the butterflys fly away
Noddin’ my head like yea
Movin my hips like yea
I got my hands up,
They’re playin my song
I know im gonna be ok
Yea, It's a party in the USA
Yea, It's a party in the USA

18 8 dias depois

DouglasHey! Oito dias depois consigo arranjar tempo para falar dos meus dezoito anos! Isn’t this great?! :D

Sábado sai mais cedo do JOTA para poder comparecer a um jantar com uns amigos do meu pai. O combinado era irem-nos buscar às 20h em ponto à Humberto Delgado para ainda podermos ir a casa tomar banho e vestir-mo-nos como deve ser ( : : = vestir com algum formalismo) e estar a horas decentes num lugar incógnito que o meu pai não me soube dizer onde era, que apenas tinha as coordenadas que lhe tinham dado e que ia lá ter. Já passava das 20h30 e eu estava podre de sono, de rastos e literalmente a dormir no chão da escola e ainda nada de nos virem buscar. E eu já começava a entrar naquela altura em que se pensa em tudo e se fazem histórias bonitas com palavras soltas na cabeça que derivam do estado de cansaço. Percebem? Acho que sim. Confesso que aquilo que se passou nessa noite não foi nada que não me tivesse passado remotamente pela cabeça e que durante algum me manteve ocupado “E porque era muito bom chegar lá e ter os meus amigos escondidos. Mas nah! É Lisboa! Vamos para Lisboa e eles não iam lá fazer-me a surpresa! Por um lado até não faz muito sentido esta falta de informação e tanto formalismo para ir jantar a Lisboa! Não vamos ao Casino…acho eu!”. Todo este discurso se repetiu na minha cabeça vezes e vezes E VEZES sem conta…talvez por ter ficado mal habituado a surpresas! Bom, mas lá saimos de carro para Lisboa. Entretanto ia a morrer dentro do carro cheio de sono, ainda fiz algumas fintas de cabeça enquanto o meu pai falava connosco sobre o JOTA na altura dele e ia ao mesmo tempo acompanhando o percurso do carro no GPS e só sabia que o restaurante era perto do sítio onde tinha ido fazer a oral de Inglês, pertinho do Príncipe Real.

Primeira etapa estava concluída, chegar ao restaurante. Fala cumprimentar os convidados do jantar que er…espera lá não eram as caras que estava à espera! Mau mau, a história começava  compor-se e lá cumprimentei os presentes. Cheirava a esturro mas olhava para dentro do restaurante e não via ninguém; ‘tá bem, deixa estar…pode ser que ainda haja mais gente! Aparece a Vânia com a Maria João, faz-se um bocado de sala e acabamos por entrar no restaurante. Havia no ar um ambiente, não sei, parecia que ia explodir a qualquer momento, o músico da entrada parecia muito suspeito e eu só pensava “Epá se o homem por acaso se lembra de me cantar os parabéns tou f*dido! Não estou cardiologicamente preparado para grandes festas nem surpresas!”. Entro para a sala do restaurante e vejo lugares a mais…muitos lugares a mais e um racio muito mal distribuido de talheres para as pessoas que estavam a fazer sala à entrada. Desconfiado como sou (e sou o!) olho para todos os lados e assim que olho para a frente vejo movimentações a mais numa salinha mais pequena do restaurante (gosh! Quantas vezes já repeti eu o vocábulo “restaurante”?!) através de um reflexo da janela: troca de olhares com o Xu ao que ele diz “Ele tá-me a ver!”. Saio do restaurante a correr para a rua e deito as mãos à cara e só me passavam palavras rudes pela cabeça tais como “P*rra” “F*dasse” “C*ralho”, e só pensava “Como?! De novo!!”. Chamo a atenção para o cariz familiar que este blog simplório foi perdendo de texto para texto, não foi para isto que os meus pais me criaram, para dizer tantas asneiras em público!

Assim que chego cá fora sou rodeado por tanta gente! Não estava à espera, não mesmo porque não tinha nada combinado com ninguém. Estava esfuziante, eu tremia, o sono tinha passado completamente, as olheiras estavam mais sobressaídas que nunca! Sentei-me à mesa e ainda não estava em mim…GOOOSH! Vieram as bebidas e ‘bora lá…brindes com a malta, mas não muito álcool porque senão não aguentava a noite toda. A primeira prenda foi o voto de confiança para poder ficar em Lisboa a noite toda com os meus amigos…e correu super bem! As prendas mesmo começaram a cair a meio da noite quando soube que havia sido eleito o melhor pioneiro pelo grupo todo e mais tarde à meia noite quando as chamadas começaram a cair no telemóvel: nunca em tão pouco tempo tanta gente me tinha dado os parabéns telefonicamente! Cantaram-me os parabéns na rua, dentro do restaurante e ainda por mensagem.

Snoopy

Depois seguiu-se a troca unilateral de prendas; unilateral porque eu só recebi e não dei nada a ninguém :D Não sei porque nem se foi algum tipo de indirecta porque se foi bateu na parede e voltou, mas a escolha de prenda recaiu muito sobre o corredor da higiene pessoal, roupa interior e pronto, coisas que possam derivar de elas as duas juntas!

Sequencia

Todas estas prendas têm uma sequência que poderá ser consultada naquele postal gigante que está na base da fotografia (os interessados dever-me-ão consultar). Li o postal e recebi toda a sequência de presentes acima vista de microfone na mão (falta ali o casaco que, neste momento, está pendurado atrás da porta)…ora imaginem-me a dizer que recebi uma caixa de preservativos de mike na mão para todo o restaurante! Que fixe! O resto da noite foi passado entre o Bairro Alto e a zona de Santos, zonas não muito bonitas de serem visitas durante a noite de sexta ou sábado! Se me perguntarem porque tenho um saco da Douglas na cabeça naquela primeira foto perguntem ao Nuno…ele achou que ficava um must com um saco azul na cabeça para abrir as prendas!

Agora vem a parte nostálgica do post e a parte mais bonita e mais sentimental. Primeiro os agradecimentos a todos os presentes do dia-a-dia, os amigos e os principais: Ritinha, Chris, Seroilas, Xu, Nuninho (man tu tás em todas! Sempre tu a fazer de desentendido principal ao pé de mim! Sempre a cabeça! :D ), Joãozinho, Dias, Rita, David, Fih (minha querida que saudades tuas, a minha idola! :D ). Aos presentes amigos da família: Pedro, Vera, Tozé, Carina, Maria João. À familia e mentores da surpresa: Diogo, Diana, Gonçalo, Vânia e Pai. Aos que não puderam lá estar: Martinha (a outra idola!), Cláudia, Tiaguinho (até me declarava aqui a ti rapaz, mas depois tinha a Roxy à perna a dizer que eu era altamente homossexual!), Taninha, Fia (mana faltavas lá tu para te juntares a mim e ao Xu!), Coimbra, Fabio, Bino, Guilherme (essa carraspana matou-te por completo!), Karane, Abelha e Martins. Aos serventes do restaurante, às copeiras, ao músico que me emprestou o seu microfone sagrado, às pessoas que estavam no restaurante e que não refilaram comigo nem se riram de mim por eu ter falado alto demais nas minhas prendas, a quem fez o bolo de aniversário que acabei por não provar. À família que não esteve lá, aos amigos que não estiveram lá e que se lembraram de mim, aos que me preencheram ao longo de dezoito anos consecutivos e àqueles em que vou tropeçar dentro dos próximos dezoito anos.

Em segundo e último lugar, gostava de destacar uma passagem do testemunho que o meu pai escreveu no mega postal.

(…) Que prossigas a tua viagem como sempre fizeste (…) nunca te esqueças de apreciar a paisagem. Aproveita tudo o que a vida te pode dar, chupa-a até ao tutano.

Carpe Diem

Prometo que a chuparei até não poder mais, até ser só osso. Descarto-me de todos os segundos sentidos, que se lixem eles! Tenho dezoito anos e agora posso fazer trocadilhos sexuais legalmente sem ser olhado de lado! AGORA SIM COMEÇA A VIDA!! :D

David Motta styleGostava só de destacar um último aspecto. Só aos dezoito anos é que o meu melhor David Motta se começou a sobressair. Esta foto prova isso! Somos ou não somos cópias iguais um do outro?!

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Secalhar não naquela foto…mas noutra alguma que eu já vi perdida na Maria!

Jota Jotinha

Estabelecendo uma ordem cronológica, falarei primeiro do JOTA/JOTI  e só depois do meu aniversário. Este fim-de-semana foi retomada uma actividade no agrupamento que não era feita à muito tempo, que foi sermos base de Jamboree no ar (Jamboree on the air - JOTA). O Jamboree no ar é feito a nível mundial, como quase todas as nações; como variante temos também o JOTI, Jamboree on the internet. Este ano optámos por nos desligar um bocado da Internet já que passamos a nossa vida enfiados nela e dedicámo-nos exclusivamente ao JOTA.

A concentração foi na Escola Humberto Delgado na sexta-feira à noite. Para já é esquisito porque a última vez que lá tinha entrado por mais de 5 minutos foi a última vez que lá tinha tido aulas no sexto ano, e passa a ser duplamente esquisito porque já não sei o que é o cheiro a escola, aquele cheiro a…pronto vocês sabem. Então dormir na escola tornou-se numa coisa triplamente inovadora! Tivemos uma pequena palestra antes de dar inicio ao Jamboree com um dos radio-amadores que esteve lá connosco. Às 23h30 era suposto cantarmos para o Chefe Nacional a música que foi criada pelas nossas terras para o campo da Segunda Secção do ACANAC de 2007 “Um Mundo uma Promessa” (tanta volta para explicar que música é)…pois, era suposto. Para já demorámos imenso até nos chamarem pelo rádio que, quando chegou a altura de cantar, já ninguém estava preparado e havia tanto ruído e poluição que não se ouvia nada de nada! Entretanto o Clã aproveitou e retirou-se em grupo para o pátio da escola. Os investidos foram para um Concelho “Informal” de Agrupamento e os outros ficaram cá fora à espera deles. Quando saíram foram-nos comprar hambúrgueres ao McDonald’s de Odivelas…às 3h e pouco da manhã! Acabámos por passar a noite toda lá fora e aproveitámos para nos conhecermos a todos ainda melhor, dizermos tudo o que achávamos uns dos outros, dizer que expectativas temos, as que nos criaram e o que havíamos de esperar de todos. Quer acreditem quer não, gostei muito mesmo de passar a noite lá fora! Senti que éramos um grupo e que eles também pensavam como nós, também são proactivos e não precisam de motivação extra, eles têm-na! Vejam lá que até chouriço e linguiça assámos e estivemos a noite toda a falar! Eram 8h20 da manhã e estava eu a passar pelas brasas para depois acordar às 8h50 para podermos arrumar e limpar tudo o que havia para limpar.

No sábado de manhã teve início a tal saga para comprar os bilhetes dos U2 que durou até perto das 15h. Tivemos ateliers, a saber Códigos e Cifras, Telas, entre outros. Também nos podíamos inscrever em vários concursos como por exemplo Preenchimento de cartões QSL, envio de mensagens para outros postos receptores onde contava a criatividade da mensagem, a língua em que era dita ou até se conseguíamos fazer uma troca de contactos (e-mails e derivados). Também havia um concurso  para avaliar quem escrevia a melhor mensagem no Jornal de Parede: já quase no final da tarde de sábado agarrei no marcador e escrevinhei uma mensagem que de via ser algo do género:

“Podemos até nem ter falado com…mexicanos, chineses, japoneses, koreanos, espanhóis, portugueses, australianos…mas até foi um JOTA muito bom e de ficar sem voz!”

Todas as nacionalidades são aquelas para quem tínhamos já mensagens preparadas e para as quais acabámos por nem dizer nada, nem cantar como tínhamos preparado! O factor “ficar sem voz” é uma referência à afonia completa da Joana, que perdeu a fala na noite de sexta para sábado.

Ainda na tarde de sábado (God…o que é que aconteceu à ordem na minha cabeça?) fizemos uma gincana com equipas verticais, ou seja, continham elementos de todas as secções. E na minha equipa quem foram os guia e sub-guia? Não foram caminheiros…foram lobitos! Digo-vos já, pensem duas vezes quando o fizerem…pensem se correm ou não risco de vida e se não se precisam de afastar por mais de 50 metros de uma área de jogo. Caso contrário, esqueçam. Dei o nome para equipa e criei o lema e grito com uma facilidade nunca antes vista.

Nome: Whiskas

Lema: Com as saquetas das Whiskas, nunca vamos comer iscas!

Grito: Napoleão??!! Blablabla Whiskas Saquetas! Blablablabla Whiskas Saquetas blablablabla ….”

Como podem ver, tudo de boa qualidade! Ainda assim não foi suficiente para ganhar a gincana às outras equipas! Ah! E expliquem os novos termos aos miúdos sempre que os introduzirem…chegou a uma altura que tive de explicar às crianças o que são iscas!

À noite já não estava lá porque tive de sair para um jantar (mais tarde explico :D ) e perdi os Globos de Sisal, entrega de prémios que devia comparecer porque (como vim a saber mais tarde) fui eleito Pioneiro do ano!! Nada mau MESMO! :D

Não tenho fotos destes dias, mas queria muito! Quem tem?! :D